Paz ou Punição! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 20 Novembro 2018.

 

Paz ou Punição?

 

“Criança estuprada”. “Mulher grávida leva balaço no abdômen”. “Médico mundialmente reconhecido pelas causas e trabalhos humanitários é assassinado em assalto”. “Professora é espancada por aluno”. “Professora tem vários dentes quebrados e várias contusões após ser surrada por irmã de aluno”. Meus argutos leitores podem ampliar indefinidamente a lista de manchetes que a mídia estampa diariamente em cuspidas no rosto do cidadão honesto e pagador de impostos de um certo país da Via Láctea. Fico emocionado e apaixonado quando pessoas se organizam com faixas e cartazes estampando “Paz”. Mais emocionado ainda com o “Abraço à Escola” e outros cartazes e caras-pintadas de Paz. Quem não se sensibiliza com esses movimentos intestinais da sociedade? Ou quando a TV mostra uma mãe ou um pai que teve o filho ou a filha assassinados, violentados ou literalmente demolidos física e psicologicamente pelos criminosos, isto é, “jovens ou pessoas vítimas da sociedade neoliberal”. Grande parte dos alunos egressos de nossas escolas e universidades não se habilitariam a uma “matemática simplória”. Últimos 16 anos de cidadãos desarmados e bandidos mais armados que a SWAT: mais de 1 milhão de mortes violentas; mais de 6 milhões de estupros em fontes não oficiais.

Crônicas & Agudas

Seriam canalhas, como FHC, pregando a liberação da maconha (outras drogas?), por exemplo, “porque o sistema atual de repressão não funciona”? Por que não pregam a aplicação do Estatuto do Desarmamento que o povo aprovou e Lula e sua turma trancaram, já que a segurança do cidadão também não funciona nesse sistema genocida? E observem que não haviam “fascistas e homofóbicos” durante esses anos ditatoriais do socialismo. Ofende a inteligência e o bom senso. Aqueles amáveis e sensibilizadores cartazes de Paz deveriam trazer a mensagem, a necessidade, a exigência de Punição. Punição! Paz teremos depois dos criminosos serem punidos. Realmente punidos e jamais nesse faz de conta daquele país da Via Láctea. O citado excesso de presos está na punição fraca, branda, conivente ou covarde. Os criminosos e os potencialmente criminosos tem a certeza de um justiça lenta e inúmeras “benfeitorias” da lei e de seus aplicadores. Essa impunidade real traz a certeza de que o crime é um bom negócio tanto para os criminosos como para sua família?

Cr & Ag

Temos que exigir punição real e sem essas facilidades que se somam como “visita sexual” (íntima!), salário do criminoso, progressão de pena e… Vai longe! A Bíblia não nos diz, ensina ou mostra que a criatura que vai se hospedar no Inferno tenha alguma vantagem ou retorno. Não encontrei isso em outros textos sagrados. Desconheço que Cristo ou Maomé andassem pelas prisões absolvendo ou reeducando assassinos, estupradores e pedófilos. Prisão vem de prender, encarcerar; como penitenciária vem de penitência. Correto? O princípio é separar o joio do trigo. O que é trigo é trigo e o que é joio é joio. Não há referências que a reversão seja corrente ou frequente. Um ancestral ditado: “pau que nasce torto, até o carvão é torto”!

Cr & Ag

Os criminosos devem temer o encarceramento sem essas abusivas e safadas facilidades do sistema penal e das cabeças de muito executores da lei. Aquele devastado e assediado país deve punir exemplarmente. Só então terão Paz os seus habitantes e sobreviventes. Quando lhe convidarem para “um abraço” ou empunhar um cartaz de “Paz”, pense primeiro na Punição que tarda e tantas vezes não vem com o exigido e necessário rigor.

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Irmãos 24

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Soluços Soluçantes! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 13 Novembro 2018.

 

Soluços Soluçantes!

 

C

erta ocasião, madrugada agitada, inflação de bêbados e bêbadas escandalosos, a enfermagem troteava incansável na sala de urgências. A recepção transbordava de gentes de todas as espécies humanas e algumas a serem exploradas pelo mestre Charles Darwin. Relâmpagos riscavam o céu numa caligrafia que somente deuses esquecidos nos umbrais do tempo seriam capazes de descrever. O hálito morno da tormenta soprava pelos janelões abertos que como num vórtice fétido trazia o cheiro de amônia fedida ou urina mesmo. O pessoal estava naquela luta desde a troca do plantão das 19 horas. Os plantonistas do dia quase tiveram que internar pelo esgotamento do trabalho. Os alegrões pós vitória ou derrota no futebol estavam lanhados de briga ou encharcados de trago e continuavam dando trabalho aos amigos que ainda se mantinham em pé. O bafo da chuva trazia o aviso de que diminuiriam o pessoal ao Hospital de Pronto Socorro, famoso HPS ou, na intimidade, o “nauseocômio da municipalidade”.

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Faltavam macas e cadeiras de roda. Eis que irrompe pela entrada das ambulâncias uma hoste ou uma falange que vem atropelando quem quer que estivesse no seu caminho. Um tsunami de gente esbaforida, aturdida e contundida. Arrastavam um homem gordo. Gordo! Mais ainda. Gooordo! Os da frente improvisaram uma toalha sob a cabeça, pescoço e parte do maciço montanhoso do tórax. Deviam ser de 6 a 8 caras segurando a bronca, digo, o tamanho da criatura. Mulheres da família ou adjuntas num griteiro e num choro de ai-ai-ai e ui-ui-ui. Vieram de Canoas passando por tudo que era atendimento, até de bombeiros. Tudo começou com um soluço comendo uma paleta de ovelha e tomando uma Malzebier. E começou a soluçar. E vieram as simpatias. “Sopra nas ventas” – não funcionou. “Torce as duas orelhas e bota a língua pra fora” – não deu certo. “Gargarejo de salmoura” – piorou e se engasgou. Chamaram uma vizinha que benzia de tudo – só faltou comer a arruda e nada. Eis que alguém teve a “feliz ideia” do susto. E resolveram apelar para um susto grande, o maior possível. Chegou o cunhado ou primo e largou: “Ele tá dormindo com a égua do Aristides”.

Cr & Ag

Aí fedeu. A esposa desceu a mão aberta na bochecha do animal, digo, criatura e o pau comeu solto e só parou quando alguém berrou: “Ele tá tendo um derrame com enfarte junto”! O homem cerrou os olhos, travou os queixos e espumou nos beiços – soluçando sempre! E foi aí que começou o corre-corre que depois da mui famosa Benefa (Hospital Beneficência Portuguesa) que aportou no HPS. A turma do “deixa disso” e “quem te pede sou eu”, “o cara tá apitando na curva e vai abotoar”, serenou a brabeza e encaixaram na Kombi e “se vieram” com outros “carros de apoio”. Enquanto um colhe a história outro examina e o resto pega veia, bota oxigênio, tira a bermuda mijada, mede pressão, etc. A turma gritava do corredor: “Salva ele”! “Chama o especialista de soluço e de derrame. De enfarte também”! E o soluço não aliviava com a medicação no soro e direto nas veias. E dê-lhe soluço. “Ele entortou a boca”. Levavam copos de água para os acompanhantes e desceu o serviço social e a segurança. Eis que surgiu, como por encanto, um idoso médico com os óculos meio embaçados. Mandou buscar um pote de açúcar na cozinha. Armou-se de três colheres de sopa de açúcar na mesinha auxiliar e sacou uma gaze úmida de “flor de maçã”. Uma cheirada e num pinote o artista sentou na maca. O doutor mandou engolir lentamente as colheres de açúcar. O soluço sumiu como por milagre, desentortou o que não estava torto e… Curou-se!

Estava no centro de Viamão City após o encerramento das eleições em que Bolsonaro venceu e passou por mim um gordinho com soluços ou singultos e uma bandeira vermelha escondida sob o moletom. Eis que me lembrei com nostalgia dos tempos de HPS!

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Irmãos 23

“Ficou cravado no balcão com os joelhos dobrados”! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 06 Novembro 2018.

 

“Ficou cravado no balcão com os joelhos dobrados”!

 

E

stórias, talvez algumas lendas, mas uma “macanuda” porção da história traz a arma branca em suas variadas versões e modalidades atrelada ao espírito humano. Desde a ancestral e primitiva pedra lascada, ou sílex, até a sofisticação técnica da mais perfeita têmpera do metal. Atrela-se no inconsciente do homem o sentimento de matar ou de mutilar por ódio, cobiça ou por oferenda ao seu deus. Em todos os tempos, inclusive as crianças são mortas como oferendas à divindades para sucesso no amor, na guerra ou na plantação, por exemplo. Imolaram-se guerreiros e em algumas etnias suas vísceras, como o coração e o cérebro, eram devoradas pelos vencedores. Grandes guerreiros eram tratados como reis, com todos os prazeres terrenos, para num certo dia especial, no altar nobre do topo da pirâmide, o seu coração ser habilmente arrancado pelo sacerdote e ainda pulsando ser ovacionado pelo povo sedento de mais sangue. Assim foram astecas e maias na história.

Crônicas & Agudas

Certa feita, num bolicho no interior de Viamão, uma discussão prosseguia num frenesi mortal. Um dos oponentes, com revólver na cintura, era policial militar. O outro trazia a tradicional e lendária adaga gaúcha trespassada na guaiaca de couro curtido. Seriam dois leões ou dois touros ferozes num desafio de final anunciado. Quando “eu te mato” saiu da boca com raias de saliva viscosa, ele sacou do revólver. A mão da adaga foi mais rápida e o aço cintilou como um raio antes de se tornar trevas e num clanque seco a lâmina entrou fundo na barriga do adversário cravando-se firmemente na madeira do balcão. Seus olhos se arregalaram e o revólver caiu na poeira do chão encardido. Se olharam, agora sem palavras. E um dos touros dobrou os joelhos e a cabeça foi pendendo degrau a degrau até se encaixar no peito lavado de um suor gelado e fétido. A força fatal do braço foi tanta que a adaga cravada na madeira sustentou o peso do homem mortalmente ferido. O vitorioso do feroz embate serenou e outros seriam travados em sua vida de peleador.

Cr & Ag

A Guerra dos Farrapos ou nas intermináveis batalhas de irmão contra irmão que tisnaram de rubro o solo do pampa gaúcho por quase uma eternidade, conta-se que depois do enfrentamento entre as tropas do Rio Grande de São Pedro e os imperiais, aquela planície estava coalhada de corpos e urubus bailando e bicando na fartura. A maioria eram defuntos, mas alguns ainda dando os derradeiros estertores de vida. Os reforços gaúchos chegaram e foram varando o campo em busca de feridos para tratar e sepultar os mais importantes. Encontraram um guerreiro trespassado pela lança inimiga numa carga de cavalaria. O homem estava quase de pé. A lança entrava pelo peito e se enterrava na grama encharcada de sangue. Eis que o comandante faz uma pergunta ao guerreiro: – Muita dor homem de Deus? O moribundo responde com um filete rubro brotando de sua boca: – Só dói quando respiro! E assim uma lenda foi partejada.

Cr & Ag

Por característica, a faca exige aproximação da vítima e a sutileza do covarde ou a coragem do destemido. César, o general e imperador romano, recebeu a punhalada mortal no Senado. O assassinato ou a tentativa de matar guerreiros e tudo aquilo que simbolizam não traz somente o ódio do assassino, traz, reveste-se, está no seu âmago o desejo de satisfazer alguma divindade real ou idealizada e se tornar um súdito mais amado e reverenciado pelo seu ato e mútuo sacrifício, seu e do guerreiro. No ódio todos perdem e a vida fica mais cruel. Infelizmente! Somente a nós compete mudar, transmutar ódio em respeito e compreensão.

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Convite 2 Crônicas & PontiAgudas

Irmãos 22

Uma Guerra termina, outras começam! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 30 Outubro 2018.

 

Uma Guerra termina, outras começam!

Bolsonaro Presidente. Leite Governador.

U

m homem se tornou o maior fenômeno da história brasileira, talvez mundial, de se eleger Presidente de um país de mais de 200 milhões de criaturas sem contar com nenhuma retaguarda partidária, sem qualquer diretório na imensa maioria das cidades, sem nenhuma participação dos muitos milhões do malfadado fundo partidário. Continuo – sem a presença e atividade corrupta e “grandiosa” dos marqueteiros (como os já imputados criminalmente e cumprindo penas), sem os “movimentos sociais” fartamente nutridos por verbas públicas, sem a beligerância de sindicatos e trazendo uma mensagem simples e acessível aos sentidos do homem comum e farto da corrupção infecciosa e mafiosa e absoluta falta de respeito à realidade de quem trabalha e paga as contas para sustentar esse país. Esse homem foi Jair Messias Bolsonaro. O mesmo Bolsonaro que sobreviveu ao ataque, à punhalada fatal de alguém que fartamente representa a corrente adversária. O mesmo Bolsonaro sobreviveu ao ataque diuturno, constante, feroz e amplamente criminoso que tentava esfolá-lo vivo da grande mídia, principalmente, amparada pelos “artistas” que se fartaram nos Rouanet da vida.

Crônicas & Agudas

Não se espera daqueles radicais do “milagre do metalúrgico” que tenham algum reconhecimento pelo “milagre do brasileiro”. Muitos de nós que em certo tempo votou e acreditou num Lula e em seu discurso, jamais se tornaram cegos a criminalidade descoberta e ainda não totalmente desmantelada do Mensalão e do Petrolão e com as dezenas ou centenas de condenações da Lava Jato. Infelizmente para o Brasil o “milagre do metalúrgico” está no cárcere de Curitiba e um sonho brasileiro se tornou um real pesadelo. A guerra da eleição concluiu-se. Inicia-se agora a guerrilha declarada da esquerda, do socialismo ou do comunismo dos derrotados conforme o discurso de Haddad ao final do pleito. A esquerda domina o país a 24 anos, os últimos 24 anos. Não? Vamos somar? São 8 anos de Fernando Henrique-FHC, mais 8 anos de Lula, mais 6 anos da Dilma e 2 anos do seu vice Temer.

Cr & Ag

A oposição do PT e seus agregados tem sido continuamente feroz e radical e os gaúchos conhecem isso na carne e no bolso. O Brasil sangra literalmente. O Brasil sangra na saúde ausente e das verbas públicas desviadas enchendo a burra das empreiteiras e de governos estrangeiros. O Brasil sangra na completa insegurança pública, mais de 60 mil mortes por ano. Multiplique por mais de 20 anos. Outro tanto no trânsito. O Brasil sangra no desemprego e no fechamento das empresas assoladas pela burocracia e pela insegurança jurídica aos contratos. O Brasil sangra por um Supremo Tribunal e tantos organismos da justiça que nos causam insegurança, revolta e até asco. A lista é longa. Mas o Brasil sangrou, a democracia sangrou, a dignidade sangrou quando o candidato à Presidência do Brasil foi esfaqueado em Minas Gerais e veio a vitimização do criminoso e a espetacular cobertura de vários advogados ao bandido.

Cr & Ag

Certa feita, um amigo me arguiu se eu não torcia mais pelo meu Colorado. Respondi-lhe que discordava daquele técnico, do seu passado, de coisas da direção, mas jamais torceria contra meu time, pois não torço ou “seco” os times dos outros. Num Brasil ideal, torceríamos para o sucesso do Brasil, independente do técnico. O sucesso deles é o sucesso de cada um de nós e do nosso Estado e do Brasil. Ótimos governos Leite e Bolsonaro e que Deus nos livre dos ruins de alma e perniciosos de conduta.

2018 – 10 – 30 Outubro – Uma Guerra termina, outras começam! EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão.

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Irmãos 21

“O chão que você pisa agora, amanhã será teu teto”! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 23 Outubro 2018.

 

“O chão que você pisa agora, amanhã será teu teto”!

 

A

lguns e-leitores solicitam, outros anseiam que o cronista percorra caminhos que não os da política eleitoral que invade nossos lares e tumultua sentimentos e relacionamentos. Amigos de ontem, adversários hoje e alguns inimigos no amanhã. Porém outros atiçam para “baixar o pau” nisso e naquilo, muito mais “naquilo”. Quem ficar naquela zona morta entre o beiço e a venta ou ali entre San Juan e Mendoza corre o risco de ser alcunhado por covarde, em cima do muro ou bola murcha. Ainda há o risco de sorrir ou chorar pelo leite derramado. As campanhas eleitorais extravasam os egos, os espíritos inflados e anabolizados e o séquito, ou os adoradores e baba-ovos, de vários candidatos são como a criatura que representa o Gato de Botas. Autoanálise, olhar para dentro de si ou para o rastro viscoso e fétido que deixam ao se arrastarem no lodo da corrupção ou da degradação dos bons valores e da honra é algo inconsistente, quando não absolutamente ausente no discurso e na imagem do “nobre candidato”.

Crônicas & Agudas

Cãodidato” seria uma ofensa cruel ao melhor amigo da criatura homem. Ou mulher! Precisa o cronista se policiar pela idiotia genericamente bem localizada e despida de inteligência? Sabe-se que as belas modelos, seres inefáveis que surgem numa passarela e flutuam na pista e nos idílios que inflamam nossos sentidos, não soltam gases, não evacuam as fezes dos demais mortais, jamais terão mau hálito ou acordarão de cara amassada. E seu xixi está para perfume sublime. Pois alguns, senão vários candidatos são seres assim. Estão acima do bem e do mal. Sua arrogância faria deuses do Olimpo enrubescerem, tal o absurdo assumido de seu orgulho ofídico. A satisfação e o prazer limitado com o mérito próprio ou de outrem estão ausentes nos discursos. Sempre serão “pais e mães” daquilo que deram certo ou não deram errado demais, que para eles é o correto total e irrepreensível.

Cr & Ag

Soberba pouca é bobagem. Há candidato que possui a habilidade de abstrair-se completamente do que não lhe interessa e responde geralmente para si mesmo. Responde para sua imagem no espelho, estando encantado com sua obra e que absurdamente há “reacionários” que discordam ou são “incapazes” de lhe ovacionar e prestar tributo. Possui o dom da arrogância absoluta e sente-se “pai e mãe” de filhos incapazes de se gerirem e terem vontade e desejos próprios, pois somente ele sabe aquilo que é bom e necessário para o povo, o e-leitor e o cidadão. Espanta-se com os mal-agradecidos, criaturas desprovidas da gratidão com as benesses que lhes ofertam ou que já deram. Populistas são os outros!

Cr & Ag

O corrupto é a criatura que acredita que sempre deva levar vantagem e vive pela cartilha do mais esperto, aproveita o cavalo que passa encilhado e bate na tecla de que achado não é roubado. Dentro dessa percepção adúltera ou doentia de mundo e de realidade, o corrupto jamais será um ladrão, aquilo que ele toma para si é porque ele merece e necessita para suas necessidades básicas. Também distribui aos seus familiares e acólitos, pois aguenta as mazelas dessas criaturas que se denominam povo. Ele não se acha sequer riscado de egoísmo ou de confete e serpentina do excesso de amor próprio. Há quem profetize ser “mais honesto que Cristo”. Acumula fortunas pessoais e familiares que muitas gerações não conseguirão gastar como mortais civilizados e decentes. Certamente o chão que caminha não nasce grama, mas algum dia será o seu teto, como de todos os mortais. Ah! E se ele for imortal?

2018 – 10 – 23 Outubro – O chão que você pisa agora, amanhã será teu teto – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Irmãos 20

Coceiras! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 16 Outubro 2018.

 

Coceiras!

O

 heroico e-leitor dessa fenomenal coluna tem solicitado que o articulista se afaste um pouco da política nesse final de campanha, pois a vida ainda prossegue faceira (nem tanto), principalmente depois da Lava Jato (ops!), com as criaturas continuam comendo, bebendo, dormindo e… Há controvérsias! Eis que o tema “coceira” veio balançando nas sombras das ideias intoxicadas da politicagem rasteira e mau cheirosa. E senti a palma da mão direita coçar. E eu estava ali coçando a palma da mão direita quando a minha famosa Gata Neve veio esfregar a nariz úmido na minha mão. E não é que a coceira aliviou. Como uma mágica. Talvez em alguma encarnação passada eu tenha sido um egípcio, vindo daí o amor aos felinos, agora a Gata Neve. Acreditava-se que os gatos viam e afastavam os maus espíritos. Seria um mau espírito futricando na minha mão para que na hora fatal da urna eu digitasse um número maligno? Ou é algum aviso de que uma alergia estaria cruzando a esquina para se instalar na minha mão?

Crônicas & Agudas

Na minha longínqua juventude física se acreditava que a coceira na palma da mão seria anúncio da criatura ganhar algum presente. Geralmente não se ganhava nada além de uma alergia ou uma micose. Uma amiga do Ginásio Bento ‘Bentinho’ Gonçalves, que existia ali na cacunda do Grupo Escolar Setembrina, para não ficar no ‘mas-porém-todavia-contudo’ organizava apressadamente um “amigo secreto” e logo todos estariam sendo presenteados. Alguns recebiam presentes gregos. Um colega, que não citaremos o nome para preservar sua intimidade coçante, recebeu uma caixa de sabonetes com um cartão bem desenhado – “Para lavar a coceira no fiofó”. Entrou para a estória. Era uma época em que as verminoses intestinais, como hoje na mídia, proliferavam e muitas pessoas ‘esganipavam’ as franjas anais se coçando. Coisa de louco!

Cr & Ag

Coceira na cabeça! A coceira na moranga refletia a inconsistência da decisão, como ir para o norte ou para o sul, a dúvida da atitude entre ladroagem convicta e honestidade, glorioso rubro-negro Tamoio ou outro qualquer time (olha o aniversário do Tamoio aí pessoal!) e geralmente era caspa mesmo ou os piolhos chegaram ao topo do supremo. Tempos de muita caspa que se derramava sobre os ombros e branqueava a roupa escura e piolhos em todos os cabelos. Sim! Inclusive. A tristeza coçante aumentava com coceira corporal tatuada pela sarna. Ainda proliferava uma tal de “sarna galega”. Era de arrancar o couro com as unhas ou com o lombo da faca. Coisa feia! Tinha criatura que se encostava num poste ou numa árvore da praça e se esfregava alucinadamente. Daí tantas árvores descascadas. Assim nasceu em Viamão o sentimento ecológico (?). Alguns se ofendiam quando o doutor fazia o diagnóstico de piolhos ou de sarna. “Mas como? De que jeito se tomo banho todo fim de semana que vou a missa”!

Cr & Ag

Macaco que muito se coça de galho em galho é porque quer levar chumbo”! Isso valia porque naquela época ‘primitiva’ o cinema matava índios durante toda a tarde no Cine Ideal, o Capitão Osório surrava bandidos na praça depois do seu cavalo dar umas peitadas no criminoso, estuprador era estuprador e jamais depois de descoberto voltava – a vida real se encarregava dele. “Que tu tá te coçando aí meu”? As crianças brincavam da Lomba ao Krahe, do Mendanha ao ‘caudaloso’ rio Fiuza sem problemas de bandidagem e nenhum criminoso se coçava em Viamão City e os homens coçavam seus sacos sem que isso fosse ofensa aos que coçassem outras áreas.

2018 – 10 – 16 Outubro – Coceiras – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Irmãos 16

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O Bem e o Mal! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 09 Outubro 2018.

 

O Bem e o Mal!

D

igito essa coluna sem os resultados finais do pleito eleitoral, mas a Band mostra o comitê do PT de São Paulo em intensa euforia por Hadad estar no segundo turno contra Jair Messias Bolsonaro. Consideram cerca de 90 % das urnas apuradas. Certamente a euforia de estar no segundo turno depois da artilharia e todo o poderio do PT encrustado na mídia, nos tempos de propaganda em rádio, TV e outros com o dinheiro do contribuinte, com a longa e vitoriosa experiência de combate em cerca de 30 anos de Brasil, marqueteiros premiados e uma máquina poderosa em diretórios em todo o país contra um outro candidato sem nenhuma dessas armas, principalmente sem dinheiro e sem espaço de propaganda. Bolsonaro estreou um modelo de campanha do homem com sua fé e princípios contra um tsunami “dono” no poder de longa data. Alvejado constantemente por formadores de adeptos e de opinião, como artistas e outros “abençoados” com verbas públicas, e contra ele foi tentada a suprema e definitiva vitória pré-eleitoral de um tal de Bispo que o esfaqueou e apunhalou a honra e a dignidade de milhões de brasileiros.

Crônicas & Agudas

Inédito na história do Brasil, credos e religiões se uniram com Jair Messias Bolsonaro, seu representante e o símbolo da luta do Bem contra o Mal – o Mal sendo o PT, PSOL, PC do B e outros do mesmo time. O gigantismo do socialismo/comunismo do PT e seus associados tornou-o insensível aos seus erros, desacertos, sua corrupção abusiva (redundância!) e generalizada, abusos repetidos à exaustão, apropriação e distribuição do patrimônio brasileiro a governos estrangeiros de mesma ideologia, enfim jamais exerceu uma autocrítica e sequer o mínimo arrependimento. Teve todos os seus principais líderes acusados e condenados pela justiça, vários delatando seus crimes para diminuírem suas penas. Brasileiros estarreciam ao ver seu líder máximo julgado e condenado eleger um “laranja” ou “poste” que o representasse no pleito em total afrontamento às leis da ética e da moral universal.

Cr & Ag

Esse mesmo colunista em várias colunas, principalmente no primeiro governo de Lula, mostrou seus acertos. Sem a miopia ideológica, observou a crescente degradação de suas administrações e a caminhada pela destruição dos valores morais e éticos das famílias e da economia do Brasil. Jamais uma “minha culpa”. “Errado” é que discorda ou simplesmente não concorda. Um gigante Golias a quem tudo poderia, menosprezando quem lhe opusesse. No entanto, uma Venezuela idolatrada e apoiada pelo PT, PSOL, PC do B e demais socialistas/comunistas escancarou um destino que os brasileiros que pagam as contas, que carregam o Brasil nas costas com o sangue que lhe é sugado pelos impostos e outros vampiros, não quer. Roraima inundada por levas de seres humanos arrastando seus filhos famintos, pessoas emagrecidas e esfarrapadas, pessoas fugindo da morte decretada por discordarem de passar fome e não terem nem papel higiênico, mostrou uma realidade que não queremos para nós. O PT idolatra Maduro, como Chavez, carrasco da triste Venezuela.

Cr & Ag

Veja essa matemática mórbida – mais de 60.000 brasileiros morrem anualmente pelo crime; mais de 60.000 brasileiros morrem no trânsito, até 30.000 crianças somem de suas casas; uns 400.000 estupros anualmente (mulheres sabem disso?); desempregados e desistiram de buscar emprego – mais de 30 milhões de brasileiros; 60 milhões (vide Ciro) no SPC. Multiplique por 16 anos e dará um trágico número que o socialismo/comunismo brasileiro nega sua autoria ou sequer participação. Assim como nega a propriedade e o conhecimento dos fatos consumados. Eis aí o resultado que trouxe Jair Messias Bolsonaro e as dezenas de milhões de brasileiros a esse resultado atual enquanto a democracia vigora. Discorde de números, jamais da realidade.

2018 – 10 – 09 Outubro – Bem e o Mal – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Jabuticaba ou Jaboticabas? Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 02 Outubro 2018.

 

Jabuticaba ou Jaboticaba?

T

anto faz. Ou tanto fez. Use como quiser ou bem lhe afeiçoar. Diz-se que a fruta escura, como bolas de gude, grudadas e… deliciosas. Diz também que são “exclusivas” das terras brasileiras, daí a metáfora de seu uso desde os tempos ancestrais atribuindo-se a coisas, fatos ou acontecimentos como “únicos” no mundo e que somente acontecem nessa terra sofrida e espoliada, roubada como poucas. Quando a jabuticaba nos convém, aceitamos como algo pacífico e certo como “direito adquirido” ou a famosa (seria famigerada?) “cláusula pétrea”. Exercite sua memória e busque algo que temos e que nos distancia do primeiro mundo. Ao encontrar, talvez colha mais uma jabuticaba na árvore mãe brasileira. Acusam-se que os juízes, por exemplo abocanhem vorazmente e “legalmente” complementações salariais ornamentadas e vantagens sem par aos cidadãos que ainda são iguais perante a lei, mas se fosse você o beneficiado?

Crônicas & Agudas

Décimo terceiro salário, adicionais, férias, que todos nós gostaríamos de receber, é ausente nos empregadores e nos profissionais liberais. Assim como certas categorias estariam abocanhando um décimo quarto salário e outros a mais. Alguns mascarados, maquiados como algum tipo de bolsa ou auxílio – auxílio lenha, bolsa educação, salário roupa e segue uma barafunda, pandemônio de termos que são aberrações para quem não recebe e justo e necessário para quem é “abençoado”. Como saber se é uma jabuticaba, uma graça brasileira ou algo de países terceiros mundistas ou de populismo epidêmico? Observe se o Canadá, a Austrália, a Nova Zelândia ou os nórdicos tem as mesmas “garantias legais”.

Cr & Ag

Apesar de ter sido funcionário público estatutário, creio que a quase pétrea estabilidade funcional é nociva para os contribuintes, pois assim como há muitas pessoas dignas e que correspondem em trabalho, há hordas de parasitas albergados nos intestinos da coisa pública. São seres intocáveis, salvo em condições raras. Alguns ainda são beneficiados com aposentadoria plena quando as chagas e a podridão de seus atos são expostos. Sabe-se que várias dessas jabuticabas são frutos do Jardim do Éden do Império português. Uma continuação das capitanias hereditárias. Beneficiavam-se os nobres e sua prole, primeiro com a chegada de Dom João VI, depois com a Independência(?) e continuou com o fim do Império e o parto sem dor da República.

CR & Ag

O regime cartorial ainda está aí numa aberração no mundo civilizado de estágio superior. Quanto mais complicados forem os caminhos do sistema, dos governos, mais o cidadão tem que caminhar e purgar. Até os aparentados latinos (México, Uruguai, Argentina, Chile) são mais eficientes e produtivos que as nossas jabuticabas. Há quem entenda que cada povo tem a cruz que merece carregar e a opção em votar e eleger corruptos, ladrões, criminosos e criaturas completamente incapazes segue essa linha, essa estrada funesta. Quer ver piorar? É quando descobre que o fundo do poço ainda tem outros andares e níveis abaixo, como no inferno de Dante. Assim se entende a reeleição. Até a reeleição continuada dessas criaturas e que perduram no Brasil que nós pagamos a conta e somos sangrados por avalanchas de impostos.

Estamos aí nas pestanas ou nos lábios da bocarra de uma nova eleição. A pirataria correu solta. Inclusive a tentativa filmada de assassinato de um candidato à Presidência. Jamais o mundo civilizado assistiu um cidadão cumprindo pena na cadeia apresentar seu “testa de ferro, laranja ou poste” para disputar a presidência do país e participar da campanha e ainda ter chance de vencer o pleito. Jabuticabas ou jaboticabas? Triste um país assim?

2018 – 10 – 2 Outubro – Jabuticabas ou Jaboticabas – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Bobagem & Menosprezo! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 25 Setembro 2018.

 

Bobagem & Menosprezo!

 

E

ssa queixa comum entre médico e paciente está condecorada pela frequência abusiva: “bobagem”. O paciente revela que seu cônjuge demonstra em voz e atos que seu sintoma, seu sinal ou sua queixa é “uma bobagem”. Agrava-se com “é tudo dos nervos”, por exemplo. Isso causa dor. Inevitavelmente! Magoa e fere profundamente aquilo que a pessoa sente, sofre e externa ser referida como uma “bobagem”. Não há “bobagens” para quem sofre no corpo ou na alma. Nenhuma dor física ou moral é uma bobagem para quem sente. Tantas e tantas vezes é tão importante que ele vai buscar recurso, alívio ou conforto para seu sofrimento na compreensão do médico. Eis aqui um ‘paredón’ cubano! Outras tantas vezes o paciente recebe o mesmo menosprezo do médico, que foi buscar alívio. O sofrimento se multiplica. Muito. Centenas de milhões de pessoas buscam a toda hora, em todo o lugar desse sofrido e moribundo planeta um alívio para seus sofrimentos físicos, mentais e espirituais. O médico que não entende isso e não se policia, vigia, continuamente, corre o risco de representar um pretensioso “idiota de jaleco branco”.

Crônicas & Agudas

Pode-se pensar, jamais externar esse formato de opinião. Eu posso sentir como algo irrelevante uma coceira eventual na ponta do nariz ou palavras proferidas até sem intenção de ferir, mas que pela forma de falar ou de interpretar dispara um gatilho que trará sofrimento para quem recebe. Revela antigo ensinamento popular: “quem bate esquece, mas quem apanha lembra sempre”. Relações entre pessoas, sociedade e casamentos ficam minados na sua essência, corroídos e como um tecido ou um pano roto tende a se rasgar, tende a acabar. Nem sempre o amor salva, mas há que tentar. Nem sempre se deve morrer abraçado com quem te magoa e te menospreza. A balança individual, o pontaço de faca do gesto ou da palavra tem pesos e medidas pessoais e cada um saberá onde e quanto o sapato lhe aperta.

Cr & Ag

Voltando ao médico ou ao profissional que lhe atende! Se não demonstrar efetivamente respeito e interesse em lhe ajudar, busque outro mais humano. Técnica apurada sem humanidade serve para tratamento de robôs, para a robótica e para outras máquinas que não tenham alma e coração. Somos criaturas que amam e necessitamos de amor e compreensão. Não se trata de “morrer abraçado”, mas de buscar compreender para respeitar. Seja num casamento ou num consultório. Cristo, Buda e Maomé ensinaram esse caminho. No livro do Pequeno Príncipe – “somos responsáveis por que cativamos”. Jamais subestime ou menospreze os sentimentos da outra pessoa, principalmente se amamos essa pessoa e queremos conviver e evoluir com ela. Ouvir, escutar com atenção, importar-se e oferecer seu treinamento, ofício e amor humano para auxiliar com respeito – é muito isso?

Cr & Ag

O médico de hoje é o paciente de amanhã. E mesmo que não tenhas plantado demais, vais colher tudo aquilo que a maioria está colhendo. O namorado e a namorada, o esposo e a esposa, os sócios e os amigos reais são seres de compreensão, seres que buscam entender, valorizar sentimentos, evoluir relacionamentos e jamais menosprezar ou rotular de “bobagem” aqui que dói na mente ou no coração. Devemos dar aos outros aquilo, ou mais, que queremos para nós, nossa família e até para nossos animais. Boa jornada de vida para quem quer evoluir!

2018 – 09 – 25 Setembro – Bobagem & Menosprezo – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão.

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A Punhalada! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 11 Setembro 2018.

 

A Punhalada! (“La Puñalada”)

C

arregado nos braços do povo, Jair Messias Bolsonaro foi novamente apunhalado, mas dessa vez com uma faca assassina numa estocada covarde em seu abdômen. Seus detratores que não suportam a luz da verdade e a nobreza da democracia e não se contentaram em apunhalá-lo com mentiras e rótulos. Os cidadãos honestos, os trabalhadores que trabalham e o povo brasileiro que é diuturnamente apunhalado em seus direitos nas filas intermináveis da saúde anunciada e ausente, nas escolas que professam e disseminam virulentamente ideologias fracassadas, nos estudantes que querem estudar, nas donas de casa, nos cidadãos que buscam justiça num judiciário rápido e condescendente com ladrões emplumados e de gorjeio tão sedutor quanto demoníaco, nas estradas assassinas e  na violência desenfreada e protegida pela mídia dos direitos humanos dos criminosos.

Crônicas & Agudas

Jair Messias Bolsonaro representa, nesse tempo, o Brasil que não pode se mudar para o estrangeiro e não suporta mais as mentiras, a roubalheira e a ditadura da criminalidade albergada nas redações da imprensa e nas sombras das togas privilegiadas e distantes do Brasil que sangra. A verborreia criminosa tem apunhalado o Juiz Sérgio Moro e a Lava Jato e outros. A história lembra de um Júlio César apunhalado no Congresso. Em 8 de agosto de 1990, na Esquina Democrática de Porto Alegre (Av. Borges de Medeiros com Rua dos Andradas), um jovem soldado da Brigada Militar, Valdeci de Abreu Lopes, de 27 anos de idade, foi atacado e assassinado por uma falange do MST, com cinco ou seis homens agressores, sendo degolado a golpes de foice, sem ter demonstrado nenhuma atitude agressiva com a horda. Segundo o Vereador João Dib, os criminosos foram homiziados dentro da Prefeitura de Porto Alegre pelo Prefeito Olívio Dutra. A degola, a punhalada, o sangue derramado no asfalto ou nas pedras é a exteriorização agressiva e mortal da chamada esquerda? Ou há outro entendimento?

Cr & Ag

A milonga ou o tango argentino “La Puñalada”, soberbamente interpretada pelo exímio gaiteiro Edson Dutra do conjunto musical Os Serranos, pode ser o pano ou a música de fundo, quem sabe a trilha sonora ou o samba enredo das punhaladas que o povo brasileiro honesto e trabalhador que realmente trabalha tem sofrido. Todas elas se reuniram na cruel e fatídica punhalada do Adélio que se proclama “esquerdista”. Adélio representa aqueles que não suportam a democracia, ideias e pensamentos diferentes, manifestações que se sublimam em seus ídolos carregados em seus ombros e o combate ao crime. A punhalada incendiária que torrou a nossa história e sustenta um partido político e seus acólitos no poder de uma universidade abocanhando fortunas e o poder desmedido, mas criminosamente negligenciando um patrimônio do povo brasileiro e da humanidade.

Cr & Ag

Somos apunhalados quando os direitos dos criminosos suplantam, vencem e violentam os direitos dos cidadãos honestos. Somos apunhalados quando se defende um estuprador e sequer se lembra da vítima, geralmente uma mulher ou uma criança. Somos apunhalados quando não nos permitem o direito de defesa pessoal e da nossa família e propriedade e as forças policiais são suplantadas pela criminalidade. Somos apunhalados por taxas e impostos que sustentam presidiários, ladrões e assassinos do povo, muitos nutridos e com a couraça do foro privilegiado. Apunhalados por incompetentes que destroem a economia do estado e das empresas “não-amigas” sustentando privilégios e benesses e deixando esse legado fatal ao próximo governante. Oremos pelo Brasil e por Jair Messias Bolsonaro. Na terra do mártir Tiradentes, que o Messias seja mais do que nome, seja uma Luz e uma resposta do trabalhador que trabalha e carrega o Brasil com seu suor e sangue. Literalmente – Sangue!

2018 – 09 – 11 Setembro – A punhalada – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão – www.edsonolimpio.com.br

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