Pensamentos Sudorentos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 05 Fevereiro 2014

 

2014 – 02 – 05 Fevereiro – Pensamentos sudorentos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

Pensamentos sudorentos (licença poética) – Especial de Férias e Verão

Em continuidade com a política de boa vizinhança e descobrindo – literalmente destapando ou desencapando – novos talentos e outros nem tanto daremos espaço ao Arigó da Martinica. Se o sofrido e encharcado de suor amigo leitor estranha termos mais um arigó, esclarecemos que Viamão City tem arigó aos montes, aos borbotões, de dar com um pau, pra tudo que é canto e esquina. Família numerosa e prolífera essa dos arigós de origem conturbada como o nome da cidade! Compete com os brocoiós, os insanos do som e com os bundas-moles. Vamos ao que interessa. Com a palavra e a caneta o Arigó da Martinica e seus pensamentos após incontáveis loiras geladas e costelas na farinha numa cancha de bocha de sua terrinha idolatrada salve salve:

·         Se dou crédito pro patrão Lula que não sabia de nada e julgou e condenou o Zé Dirceu demitindo ele, como não dar crédito pros amigos, inimigos e pros parentes?

·         Mais vale uma mina no meu Chevetchê do que quatro na possante cabine dupla do gringo da fruteira.

·         Praia é coisa pra pobre, rico fica em Porto Alegre nas baladas da tia Carmem.

·         Mais vale uma baranga na rede do que uma Gisele na televisão.

·         Meu voto vale mais que uma caçamba de saibro ou uma reforma na patente da nega.

·         Espeto corrido e veado campeiro – tem que tá esperto.

·         Nunca atravesso com traveco brabo e sogra linguaruda.

·         Cerveja quente, chuveiro gelado e a nega com enxaqueca – levo na esportiva.

·         Se namorar baixinha acha uma escada.

·         Camisinha e estepe cheia – nunca saio sem.

·         Quem gosta de boca braba é dentista. Um abraço no doutor Emílio!

·         De gordinho descornado e político se espera tudo.

·         Se poeta entendesse de mulher não morria tuberculoso e corno.

·         Se tá entupido de gente doente, por que é posto de saúde? Tinha que ser posto de doentes.

·         Sei que é unidade sanitária porque é somente uma.

·         Na vida e no futebol é bola pra frente e enfiar golos nos adversários.

·         Quando o estrume estiver batendo no queixo, agradece que a boca e o nariz ainda estão fora. Por enquanto!

·         Confia sempre no governo! E no demônio.

·         Quando o governo dá bolsa pra bandido devia dar bolsa vaselina pro povo.

·         Se há cara que respeito e admiro é cantor de boate e brigadiano de cassetete na mão.

·         Deprimido é o cara que não enxerga o pinto quando faz xixi e não comparece na hora H.

“Há mais coisas entre o céu e a terra, Horácio, do que sonha a nossa vã filosofia". Ato I – Cena V –  Hamlet de Shakespeare. Na linguagem popular e na simplicidade das pessoas que carregam em suas costas esse Brasil espoliado e vampirizado por políticos de punhos fechados, pretensas vítimas de perseguição política, corruptos e corrompidos, canalhas eleitos, messalinas da governabilidade e afogados no oceano poluído da impunidade há ensinamentos a serem colhidos. Há salafrários em todas as hostes e partidos numa espantosa orquestração que faria inveja à Sinfônica de Londres ou ao Balé Bolshoi. Escudados e protegidos pelo “amparo aos pobres”, principalmente “tirando dos ricos”, mas sempre compactuando com educação de má qualidade, segurança incipiente e artificialismo na saúde pública, isto é, para quem não pode se tratar nos centros de excelência como no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, ainda com escolta e helicóptero.

John Wayne

Quantas vezes a vida parece uma caricatura?

Manifestações!–2014 Janeiro

 

Brilhante esta:

 

“São leões para protestarem, mas são jumentos para votarem!” (Datena)

Gol_do_FRAMENGO-Steguer

A fuga da rotina – Especial de Verão e Férias–Edson Olimpio Oliveira–Crônicas & Agudas – 08 Janeiro 2014

 

2014 – 01 – 08 Janeiro – A fuga da rotina – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

A fuga da rotina – Especial de Verão e Férias

“N

ão vejo a hora de me aposentar e pendurar as chuteiras. Não aguento mais essa rotina do trabalho.” – dizia-me um amigo. As pessoas trabalham a vida inteira mirando chegar aquele momento mágico em que não terá horário para acordar, para refeições, para sair e chegar. Enfim, fazer o que bem entender, fazer o que lhe der na telha. Isso é real, mas é verdadeiro? Ou o nosso inconsciente planeja e deseja algo diferente do que expressamos? Estamos naquele período do ano em que o gaúcho precisa urgentemente de férias. Há um sentimento coletivo de que as férias no Rio Grande do Sul são de final de dezembro até meio de março. Há gaúcho frustrado e querendo comer o fígado de alguém – como a secretária de educação do Colares, a Neusinha – se o obrigarem a férias em qualquer outro período do ano. Até parece bobagem, mas infelizmente não é.

Cr & Ag

Depois dessa pausa do parágrafo e um novo gole no chimarrão ou na cerveja gelada, convido-o para se perguntar: quero rotina ou o que quiser e quando quiser? Nossas engrenagens interiores nos levam sempre para a rotina. Algum tipo de rotina. Qualquer rotina, mas sempre várias. Se você é casado ou tem companhia fixa está numa rotina que para alguns é bela e para muitos outros é cruel “enquanto durar”. Mas se a criatura sai de um relacionamento, até pode passar algum tempo à deriva ou no tiroteio, mas invariavelmente quer uma nova companhia e reestabelecer a rotina. Seria a necessidade de menos imprevistos? Conhece-se o bom e a bronca e assim é mais fácil de lidar? Que te parece?

Cr & Ag

Usamos o mesmo caminho para ir e voltar. Gostamos do meu ou nosso restaurante. Idem do barzinho e nem se fala do Xis do Gordo. Toma-se a mesma marca de cerveja e “como é que alguém toma isso aí”. Temos um padrão para assar o churrasco. Ops, aí está a palavra chave – padrão. Repito – padrão. Necessitamos estar num padrão e não no modo aleatório. Até ser aleatório, como trocar de homem ou de mulher todo mês ou final de semana exerce o poder de um padrão. Está eriçado/a? Vamos em frente. A criatura fica fora do país e quando retorna sente que “quase morreu com saudades do feijão com arroz”. Tem criatura que indo residir fora do Rio Grande aprende a tomar chimarrão, usar pilcha, puxar no sotaque, gostar de ser reconhecido como gaúcho e até fazer um curso de danças de fandango. É a coisa mais linda do mundo ver a criatura picotando uma chula. Oiga le tche!

Cr & Ag

Veja como até os animais não humanos tem um padrão ou estabelecem rotinas em suas existências. Minha gata Neve vai para a beira da minha cama todas as manhãs exigindo que eu fique um tempo passando os pés em seu lombo e barriga. E carinhosamente esfrega-se com o corpo e a cabeça. É um ritual gostoso para nós dois. Tendemos a repetir aquilo que gostamos e até repetir os mesmos erros. É o caminho do aprendizado? – Eu não sou uma máquina pra tá sempre repetindo… – tisnava a voz aquela amiga. Somos máquinas sim. As máquinas melhor (ou até pior para certos conceitos) evoluídas da natureza e é justamente o desenvolvimento de rotinas ou de padrões persistindo a necessidade de mudança que nos fez evoluir e sair do marasmo físico e espiritual.

Cr & Ag

Especialistas em repetições, hábeis em evoluir padrões ao sentirem esgotar-se aquela atividade tendem a buscar, tendem a mirar, tendem a criar novas rotinas e novos padrões aperfeiçoados pela tentativa mesclando acertos e erros.

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2014 * A Arte da Guerra–Sun Tzu–citações para o Ano Novo

 

Arte da Guerra, A

Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.

(Redireccionado de A Arte da Guerra)

A Arte da Guerra (chinês: 孫子兵法; pinyin: sūn zĭ bīng fǎ), um livro de Sun Tzu escrito no século IV a.C., é um dos mais sábios e importantes textos de estratégia militar.


  • "(…) um comandante militar deve atacar onde o inimigo está desprevenido e deve utilizar caminhos que, para o inimigo, são inesperados…"
  • "A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua força é inadequada; quem ataca, mostra que ela é abundante."
  • "… se não é vantajoso, nunca envie suas tropas; se não lhe rende ganhos, nunca utilize seus homens; se não é uma situação perigosa, nunca lute uma batalha precipitada…"
  • "(…) qualquer operação militar tem na dissimulação sua qualidade básica…"
  • "Os que ignoram as condições geográficas – montanhas e florestas – desfiladeiros perigosos, pântanos e lamaçais – não podem conduzir a marcha de um exército."
  • "Estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota."
  • "Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas."
  • "Lutar e Vencer todas as batalhas não é glória suprema. A glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar"
  • "Quando próximo, finja estar longe; quando longe, faça-o acreditar que está próximo."
  • "Mantenha-os sob tensão e os cansem."
  • "Atacai-o onde não estiver preparado. Executai as vossas investidas somente quando não vos esperar."
  • "A vitória é o principal objetivo na guerra. Se tardar a ser alcançada, as armas embotam-se e a moral baixa."
  • "Aquele que é prudente e espera por um inimigo imprudente será vitorioso."
  • "Se numericamente és mais fraco, procura a retirada."
  • "É de suprema importância atacar a estratégia do inimigo."
  • "É preferível capturar o exército inimigo a destruí-lo. Obter uma centena de batalhas não é o cúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem combater, isso sim é o cúmulo da habilidade."

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FELIZ NATAL E MARAVILHOSO 2014

2013 - Natal 1

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Dia do Médico – Onyx Lorenzoni –Deputado Federal – Mensagem especial – 18 Outubro 2013

 

Caro Médico (a)

O dia do médico é uma data especial. É momento de reconhecimento e de agradecimento a todos que, como você, se dedicam a cura e ao alívio do sofrimento que as enfermidades nos causam.

Imagino que, no atual momento, você receba com uma certa contrariedade uma comunicação de um político. No entanto, desejo manifestar novamente meu reconhecimento pela carreira médica e me associar à contrariedade com que o governo tem tratado a classe.

Reconheço com pesar que, justamente no momento em que a população pedia por mais e melhor saúde, o governo tenha respondido com um “placebo” eleitoreiro. A condução do governo para implantar o programa “mais médicos” é autoritária e desrespeitosa.

Não debateu o programa com os profissionais da medicina. Ignorou suas demandas, Desrespeitou e desautorizou os conselhos de regionais para anular o revalida e emitir o registro provisório. Mais grave, fomentou o preconceito contra os médicos e jogou a sociedade contra a categoria. Mesmo conhecendo a realidade, usou de seu gigantesco peso político e econômico para definir os médicos como sendo gananciosos e indiferentes.

Tudo isso é de lamentar e de protestar, mesmo em um dia que deveria ser de comemorações. Meu partido é contra todos esses desmandos. Esteve e continuará na defesa dos médicos e da saúde no Brasil. Combati o “mais médicos” em todas as minhas atividades e defendi o ato médico em plenário. O líder do Democratas na Câmara, Ronaldo Caiado, propôs projeto de lei para carreira de estado para médicos. O deputado Mandetta, também do meu partido, tornou-se conhecido aqui no estado pelas suas manifestações em defesa da medicina em vídeos que foram amplamente compartilhados nas redes sociais. Aqui no estado, criamos o Dem Saúde, sob o comando do também médico, Mauro Sparta. Todos esses parlamentares médicos continuarão a defesa dos verdadeiros interesses dos médicos: condições adequadas ao exercício da medicina como forma de assegurar uma saúde ampla e eficiente para todos sem distinção.

Lamento que a política tenha invadido sua atividade profissional. Você certamente preferiria se envolver com outros assuntos. No entanto, não há escolha, até que o cenário político mude, as interferências da política estarão presentes. Desejo que você possa comemorar o dia do médico com o legitimo reconhecimento de seus pacientes e da comunidade, que você seja feliz em uma carreira cheia de êxitos e que as instabilidades, por hora, criadas desapareçam definitivamente. Da minha parte seguirei lutando por isso.

Um forte abraço

Onyx Lorenzoni

O Bode Expiatório 1, 2 e 3–Prof Ari Riboldi – 2013

Li! Gostei e recomendo aos amigos os livros do Professor Ari Riboldi que trata da origem dos nome e expressões principalmente associados a animais.

Edson

Encontros com a história da Medicina!

 

Recebi a seguinte missiva do amigo professor e psiquiatra Dr. Luiz Gustavo Guilhermano. O lançamento oficial aconteceu no Museu da História da Medicina, anexo ao Hospital Beneficência Portuguesa, dia 18 de Setembro. Desejamos sucesso ao amigo Guilhermano, Maria Helena e Leonor, pois seu sucesso é de toda a “história da Medicina” vertida nesta admirável obra.

Mensagem:

PREZADO AMIGO EDSON OLIMPIO ENVIO-TE UMA IMAGEM DO NOSSO LIVRO "ENCONTROS COM A HISTÓRIA D A MEDICINA E UM PEQUENO TEXTO PARA QUE DENTRO DO POSSIVEL VOCES DIVULGUEM-NO NO VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DO CREMERS, AGRADEÇO EM NOME AGHM E DAS OUTRAS ORGANIZADORAS. FORTE ABRAÇO.

Nessa obra intitulada “Encontros com a História da Medicina” o leitor tem a oportunidade de descobrir múltiplos relatos escritos por médicos, historiadores e estudantes em formação nas duas áreas: Medicina e História, que revelam um pouco de suas pesquisas que foram apresentadas na II Jornada Gaúcha de História da Medicina realizada, em 2010.

São muitos encontros registrados neste livro, razão da sua organização em 3 partes: a primeira das palestras, a segunda dos temas livres apresentados e a terceira de reflexões históricas.

Os organizadores, Maria Helena Itaqui Lopes, Luiz Gustavo Guilhermano e Leonor Schwartsmann, esperam com esse livro, acrescentar e enriquecer o conhecimento daqueles que apreciam e valorizam a História da Medicina.

Guilhermano

gumano@terra.com.br

2013 - Guilhermano - Encontros da História da Medicina

Anestesia primeira com éter-Robert Hinckley, 16.10.1846-Boston

Boston – 16 Outubro 1846 – Primeira anestesia com éter – Robert Hinckley

S.Francisco e um leproso- Giovanni Crespi 1630 -Pinacoteca Brera -Milan

São Francisco e o Leproso – Tela de Giovani Crespi – 1630

Pinacoteca Brera – Milan

A gata Neve – Edson Olimpio Oliveira – Jornal Opinião – 31 Julho 2013

 

2013 – 07 – 31 Julho 2013 – A gata Neve – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

A gata Neve

Certamente o primeiro animal a cruzar a existência humana e tornar-se parte dos agrupamentos e das primeiras famílias foram os cães. E para eles, milhares de páginas e numerosos filmes foram produzidos para exaltar suas qualidades. No entanto, os felinos participam desse processo evolucionário com uma participação menor, mas também muito significativa. “Pessoas que respeitam e amam os animais são pessoas que respeitam e amam as outras pessoas” – apregoa a sabedoria popular. Sempre tive gatos e cães em minha casa. Trago lembranças da minha infância no meu primeiro lar ali onde hoje é a sede municipal do PTB, na praça Júlio de Castilhos, em que me vejo deitado no assoalho entre minha cadela e meu gato.

Cr & Ag

Meus filhos sempre foram acompanhados por cães e gatos. Muito significativo nessa relação é que aprendemos com seres que amamos a recebê-los e a perdê-los. Sua linha de vida é mais curta que a humana e suas enfermidades e suas mortes ensinam-nos a transitoriedade da vida nesta terra e a sua renovação e continuidade. Assim como suas manifestações de afeto sem jamais sentir rancor de nós, mesmo quando não os tratamos como deveríamos. Sendo o gato uma criatura muito mais independente e levando sua vida muito mais paralela a nossa do que intercedendo e solicitando a nossa atenção.

Cr & Ag

O gato LupiRoy foi uma dessa criaturas maravilhosas na tenra infância de nossos filhos e sua absoluta paciência e condescendência com o trato com as crianças. Minha filha Cynthia era particularmente peculiar em suas brincadeiras com ele e lembramo-nos dela com o LupiRoy sendo puxado pelo rabo ou exercitando a médica que é hoje no seu amigo gato. De outra forma, o Eduardo deixava a janela do seu quarto aberta para que ele voltasse de seus passeios noturnos e viesse se acomodar em sua cama e quando, no horário de ir para a escola, cobria seu gatinho e ele ali ficava tranquilo aguardando-lhe a volta e o bulício das brincadeiras.

Cr & Ag

Atualmente temos outra amiga fiel e amorosa – a gata Neve. Veio para nossa casa ainda no ventre de sua mãe que ali escolheu para parir suas crias, apesar de não ser da casa ou da nossa família e logo mais seguir sua vida com a mesma independência com que chegou. A Cristina acolheu o filhote e a gatinha cresceu e tornou-se a gata da casa. Recebeu o nome de Neve pela cor de sua pelagem e seu volume e maciez. Dócil e afetiva. Tranquila. Respeitada pelos cães Snoopy e Lobo. Tem seu local específico de comer e de beber, assim como seu ‘banheiro’, jamais, nem quando ‘criança’, urinou ou evacuou fora do seu toalete. Quanto aos locais de dormir, tem suas preferências. Várias. Gosta de se encostar-se à minha nuca e com a cabeça em meu ombro quando fico no sofá lendo ou vendo TV, por exemplo. Adora um colo.

Cr & Ag

Agora enquanto digito essa coluna, ela está ali dormindo no encosto do sofá. FrajolaAcorda-se, espreguiça-se num alongamento de fazer inveja ao pessoal do Pilates, confere o ambiente, muda de posição e adormece novamente. Invariavelmente espera-nos à porta do quarto pela manhã, não importando o horário está ali de campana e continua manifestando seu afeto miando manhosamente e esfregando-se em minhas pernas enquanto me barbeio e assim fica até sair para trabalhar. Acredito que assim contando-lhes essas vivências, estimulo aos amigos que compartilhem também com gatos o seu afeto e homenageio outros felinos e famílias que os amam.

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