GILMAR MENDES! REAJA E ENFRENTE.

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CADEIA NELES!

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Dia do Médico(a) Mastologista – 2 Fevereiro.

 

Felicitações aos Colegas Mastologistas, especialmente:

Dr. Antônio Luiz Frasson;

Dra. Virgínia Ribas;

Dra. Maira Caleffi.

2 - 05 Fevereiro - Dia do Mastologista

Dia do Médico(a) Dermatologista – 2 Fevereiro.

 

DIA DO MÉDICO(A) DERMATOLOGISTA.

Felicitações para todos os colegas e em especial para:

AD 76 MedCat: Dra. Miriam Janz Gutierres; Dr. Nordon Poitevin; Dra. Daniele Bensimon.

Colégio Rosário: Dr. Luiz Carlos Elejalde de Campos; Dr. César Bimbi.

Demais Colegas: Dra. Irene Menezes; Dra. Márcia Iesbich; Dra. Gisele Chiarabia Frankini; Dra. Suzana Vozari Hamp; Dra. Simone Arenzon

2 - dia 5 - Dia do Dermatologista - 2017

 

ATM 85 – Criação do escudo da turma médica.

 

Arte realizada para a ATM 85 com apoio da Dra. Shirley Denise Jaeger Belli.

ATM 85 - Evolução do Logo

ATM 85 A

Na primeira imagem acima estão os símbolos originais da ATM 85 numa pasta e num patche. A Dra. Shirley entendia ter as cores originais do azul-branco. A cor verde é histórica da Medicina, assim com a caveirinha. Fiz dois modelos (imagem 3 e 4). Dra. Shirley acrescentou que a característica da turma médica era a Amizade e a Solidariedade, que usei como lema. A arte evoluiu no tradicional formato circular, concêntrico da união com camadas evolutivas. Desenvolvemos uma caveirinha pensando nos diagnósticos e na vida, numa posição não agressiva e tendo um grande coração de Amor e Gratidão. Apliquei um fundo como um firmamento, um universo com o verde da Medicina e flashes de luz que são os colegas da ATM 85, família, professores, escola e os pacientes, como demais astros desse universo. O lema está evidenciado, como a perfeita identificação  e explicação do significado de ATM 85, origem, etc. Outras leituras são instigadas na imagem.

 

ATM 85 CATM 85 D

Tainha Jordans no Carnaval 🎭

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INTER 50 – Punisher. Meu Sangue é Vermelho – Meu Coração ♥ é Colorado!

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Aguilhada ou “Guilhada”! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 30 Janeiro 2018.

 

Aguilhada ou “Guilhada”!

C

onhecem um instrumento chamado de “guilhada” ou aguilhada? É uma vara longa com um prego na ponta que os carreteiros usavam para tanger (agulhar) os bois. Por vezes, bastava bater com a vara no chifre e dizer-lhe o nome – “O-O-O-Ou Majestoso”. Como já ensinava um “velho deitado popular” que há de “dar-se nomes aos bois”. Todos os boiadeiros e carreteiros chamam-lhes com nomes que lhes marcam as personalidades. Sim, não é porque é chifrudo e nem porque é boi que não teria a sua personalidade bovina. “Brasino”! “Renegado” e “Patrício”! Coisas da minha infância-adolescência e de muitos de vocês. Apreciava sentar-me na culatra da carreta com os pés balançando e, por vezes, deitar nas tábuas escutando o rangido das rodas, olhando o céu e os bandos de aves nos campos onde meu pai Aldo caçava e pescava. Os bandos de maçaricos com centenas de membros deslizavam em sintonia muito melhor que nós marchando na semana da Pátria. Sempre havia um desgarrado ou retardatário que corria atrás do bando. Para esses lembrava da música que dizia: “maçarico do banhado… perna fina e fiofó cagado”! As maravilhas que as crianças aprendiam e curtiam livres das drogas, dos games e da bandidagem epidêmica.

Crônicas & Agudas

No entanto, a “guilhada” nos acompanha e seu prego nos cutuca de intermináveis aspectos e formas Cada um na sua… O cronista tem prazo para escrever a sua coluna e entregar para a editoria do jornal. Ficas grávido de alguma ideia ou de algum tema, gestas ou ruminas por um tempo e logo parte para o ataque – a redação. O gol só é comemorado se os leitores lerem e sentirem alguma emoção, talvez ou calafrio, quem sabe uma aceitação ou uma contrariedade, mas que tenha alguma utilidade real – incitar o pensamento. Isso se torna crítico num povo e numa época em que as pessoas leem pouco, compram pouco livros e até revistas, que o universo é virtual e de imagens e frases curtas. Ler um texto torna-se uma maratona para muitos que tem que dar a sua cutucada virtual nas centenas de toques do seu smartphone. E esse ser implacável, o tempo, segue com a sua aguilhada nos espetando para cumprirmos prazos. Centenas. Milhares de prazos!

Cr & Ag

Um guri, certa feita, estávamos todos na mesma caixa da carreta, pegou a aguilhada e espetou o fiofó do boizão. O animal se revoltou e seu mugido deveria ser algo como: “No meu fiofó não”! Agitou-se com a canga chacoalhando no pescoço e somente serenou com a voz do carreteiro. O velho, do alto de sua sabedoria campeira, disparou: “Tu ias gostar se fosse no teu fiofó”? A gurizada já ameaçava borrar os fundilhos e agora levou uma solene e inesquecível mijada. Eles diziam ser uma “putiada”. Nas acrobacias que as ideias dão, surgem as analogias e as “anuslogias” – que é a analogia com fiofó dos outros. E caiu outra ficha. Em qual o país democrático a Justiça documentou, julgou e condenou tantos “inocentes”, mesmo os que se declararam culpados serão inocentes até o julgamento divino? Não vale a “democracia cubana” e “cositas” como El Paredón. Nem os de milhões de pessoas mortas, presas e desaparecidas no comunismo-socialismo soviético, chinês, de Pol Pot no Camboja, bolivarianas ou pelo nazismo entram nessa conta.

Cr & Ag

A aguilhada está pegando muita gente poderosa e bilionária – elite? Alguns estão sendo cutucados no fiofó e sacudindo a canga e batendo as aspas. Outros berram menos e apontam aqueles que enchiam as carretas de ouro da casa da Mãe Joana – BRDES, caixa dois-3-4-etc, Petrobras, fundos de pensão de estatais, palestras, imóveis (outros muito ligeiros) e das “obras públicas” (qualquer sentido alternativo) e intermináveis fontes de escambo. Bendita aguilhada!

2018 – 01 – 30 Janeiro – Aguilhada ou “Guilhada” – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

P12 - Sua escolha, seu voto 2 - 2017

Seu caminho, Sua Vida!

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Chuva na Praia! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 23 Janeiro 2018.

 

Chuva na Praia!

P

ara muitas criaturas, praia é sinal de sol (e forte!) e água aquecida além de uma brisa que não estrague o penteado. Para esses, as praias iniciam, realmente, depois do rio Mampituba e sobem por Santa Catarina. O velho e ardido clima gaúcho pode e faz um inverno extemporâneo em pleno verão, mas o gaudério não se mixa e vai salgar o lombo de qualquer jeito. Com a chuva explodindo na vidraça, depois de bailar com o vento Nordeste, da-se uma espreitada no horizonte. Os salva-vidas continuam no seu tradicional bate e volta de um canto ao outro do seu perímetro. A turma da cachorrada veste uma capinha de chuva ou de sombrinha em punho vai levar os guaipecas para urinar e defecar, a muitos com os saquinhos plásticos e juntam os dejetos. A turma do futebol praiano corre atrás da bola e do isopor com cervejas. As musas de fio-dental são insensíveis à chuva e ao vento e muito menos ao frio, pois com a mesma coragem que exibem a celulite elas enfrentam as intempéries praianas. A turma do atletismo insiste em manter o despreparo físico com a marcha não acelerada e com a corrida de não chegar.

Crônicas & Agudas

Tanto faz a chuva aumentar ou diminuir, as criaturas estão com o tempo contado e não há como desperdiçar a praia, logo o calendário bate no fim das férias e a volta à cruel realidade deixa de ser um aviso e torna-se real. A Fiorino baixa uma churrasqueira de tonel e a carvoaria,  logo a fumaça rola sob a lona. A churrasqueira em apartamento é como rodízio de carnes – uma invenção gauchesca! Um conhecido abdicou de quartos para a sogra e para os filhos – que dormissem na sala ou no carro – para ter uma bela churrascaria no apartamento e ali diariamente e noturnamente pilota os espetos numa sintonia de direita e esquerda, sapateando uma vaneira. Há quem profetize que é o único local e tempo da casa em que o macho é o macho, isto é, manda no pedaço, daí ser a churrasqueira um templo sagrado em que o macho faz oferendas à fêmea com a sublime intenção de continuar a girar o espeto no quase repouso do guerreiro. Sim, sim! Quando a criatura começa a bocejar, depois de alimentar a sogra e a prole e algum anexo ou app de família, soa o aviso de que o cara vai à cama e que a turma ache outro território para zoar. Coisas da vida, antes da morte inevitável de quase todos, menos do Lula Pai.

Cr & Ag

Ali no sacolejar das 16 horas, sente-se o cheiro de bolo frito ou do famoso bolinho de chuva com canela e agora sem açúcar pela dieta extenuante. A patroa levantou pé ante pé, pois vai que o gaudério acorde e resolva ganhar a pelada no segundo tempo, e dá uma ajeitada na melena e uma sungada naquilo que a lei da gravidade e do tempo jogam para baixo e se vai à cozinha. Se a sogra velha for de fé e tiver outras utilidades práticas, já fez o café, os bolinhos e talvez um arroz de leite com leite condensado e raspas de limão e canela. E a deusa cansada e suspirosa, com a sensação do dever bem cumprido, finalmente cruza as pernas e toma seu café da tarde com merecimento de guerreira. Há quem veja machismo onde se espelha a realidade, outros veem as névoas do feminismo de gênero tripolar em cada nuança da vida.

Cr & Ag

“Essa chuva leve e macia é como ouro caído do céu! ” Outros sentem como “as lágrimas do Criador perante a devassidão no planeta”. Para a maioria a chuva é somente “um saco”! Evitável é votar em ladrão e continuar defendendo ladrão ou negar-se a ver a podridão do seu ídolo e da corja maligna que o acompanha. A chuva é parte fundamental da vida e afora o bom humor sempre necessário e as brincadeiras que refletem a realidade, necessitamos dela. Sempre!

2018 – 01 – 23 Janeiro – Chuva na Praia – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão – www.edsonolimpio.com.br

P11 - Metralhas Family - 2016-08

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