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Sinais precoces da Primavera! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 09 Agosto 2016.
13 ago 2016 1 comentário
2016 – 08 – 09 Agosto – Sinais precoces da Primavera – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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Sinais precoces da Primavera! – Série Vida com mais Humor.
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C |
oncordo que seria mais poético “os ares da Primavera” ou “a Primavera despe-se e… vai à luta”. Argh! Mas médico fala de sinais e de sintomas, então me compreendam. Pesquisa-se na ABNT quais as normas técnicas que regulam o aparecimento da Primavera. Estaria ela com o alvará em dia? E a vistoria dos bombeiros? E os laudos de mil e uma utilidades? Ou inutilidades? Como a Primavera tem uma cota de 25%, estaria invadindo a cota das outras estações? Nesse ano olímpico e ‘golpeado’ de 2016, ano de dor e desemprego, salários fracionados e ausentes, de Lava Jato escancarando a fossa pútrida da roubalheira mafiosa, há que a Primavera dar seus primeiros sinais de vida. Felizmente! De abandonar a dormência gélida do mano Inverno. Assoviar para o Verão e dar as caras e outras partes.
Crônicas & Agudas
A sensualidade da minha gata Neve gingando no peitoril do terraço e ao espreguiçar-se com a cauda em tremor seria um sinal? As formigas do terreno baldio estão limpando as tocas, organizando-se para o trabalho – outro sinal? Um sabiá do papo amarelo limpa a garganta e faz uma sinfonia ao entardecer – sinal? A temperatura subiu, principalmente na Comissão do impeachment, mas isso é em Brasília e aqui pelas greves e a liberação da bandidagem coitadinha que não pode ser encarcerada pois os presídios são “cruéis e desumanos”. O Arigó do Nacional alerta que tem andorinhas sobrevoando. Um taxista diz serem urubus camuflados. Fedeu! Ajudem-me a identificar mais sinais do acordar primaveril. Outro alega que “isso tudo é por ordem e culpa do Bonato em campanha eleitoral”. Uma professora escutando de lado berra: – É o Sartori! E segue a greve geeente.
Cr & Ag
“Desgraça pouca é bobagem”, alertava minha mãezinha. Estou preocupado com meu saco. Sim! Assim como muitos de vocês eu tenho saco. É um saco onde guardo as roupas de inverno e outro sacão para os cobertores mostardeiros. E não é síndrome de Papai Noel. Quem não faz isso? Uma amiga alerta que quando seu saco enche ela vai encher o do marido e dos filhos e até dos outros. Tropeçando nos desníveis e nos buracos das calçadas aqui no Centro de Viamão City vou parando aqui e acolá para trocar observações com os amigos sobreviventes. “As lojas fechadas são sinais que as criaturas se mudaram para o litoral para curtir o verão e salgar o lombo”, diziam-me. Eis que após longas observações e testes cruzados e duplos cegos (outra de médico) estou chegando ao caroço, digo, âmago do enigma.
Cr & Ag
Barrigas! Eureca! Eureka! Não me fiz como o grego Arquimedes que ao solucionar grave problema saiu pelas ruas despido, pois estava dentro de uma banheira, e gritava essa palavra. Ela significa – achei ou encontrei! E o Princípio de Arquimedes como se chamou sua descoberta a centenas de anos a.C ajudou-me. Lembrei-me da barriga do Arquimedes. Suas franjas, babados e pneus. Sim ele não era um atleta, talvez um nerd comedor de xis persa e refri egípcio. E uma profusão de barrigas descortinou-se aos meus sentidos. Barrigas femininas e outras nem tanto. Diferentes cores, tamanhos, modelos e adereços. Sim, sim! Desentocaram piercings em umbigos antes ocultos e ‘trocentas’ tatuagens. Algumas criaturas ainda com as vestimentas mais pesadas, mas as camisetinhas expunham as barrigas. Uma ‘barrigama’ incrível. Nem vendo se consegue acreditar que existam tantas e tão corajosas. Intrépidas! Impávidas e colossais, como no hino. Nenhum temor ao apedrejamento nas suas marolas e tremores, pneus carecas e cabeludos. Barrigas para todos os gostos e desgostos. As mulheres são seres fantásticos na graça e na ousadia. Logo, as barrigas são os sinais precoces da Primavera – enigma desvendado. E não interessa se a Dilma fica ou vai, se o Lula Number One pega cana (qualquer sentido), se o Colorado desce para a Segundona ou… Enigma revelado e ‘barrigalmente’ exposto. Barrigas! Sem aluguel. “Ba-rri-gas e ba-rri-gaz” – como soletrou alguém.
Amigo de Crônicas e Agudas. Dr. Deptula. Livro e o escudo da AD76 MedCat.
05 ago 2016 Deixe um comentário
E o Vento Levou
05 ago 2016 Deixe um comentário
Projeto Sinergia.
Poetisa Lúcia Barcelos. Imagem, tema e design Edson Olimpio 7720.
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Você é o Responsável? Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 02 Agosto 2016
04 ago 2016 Deixe um comentário
2016 – 08 – 02 Agosto – Você é o Responsável – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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Você é o Responsável?
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I |
sso é uma pergunta. Não é uma afirmação e jamais uma acusação. Esse alerta inicial é para você respirar profundamente, oxigenar seu cérebro e aliviar sua alma e assim evitar que alguém saia em desabalada carreira porta a fora berrando aos quatro ventos que você é o responsável pela criminalidade crescente e desenfreada do Brasil olímpico. Com frequência jornalistas nos acusam de sermos os responsáveis pelas criaturas enveredarem pelo caminho da criminalidade. Alegam que as “pessoas que morrem” são responsáveis por suas mortes, pois ou reagiram, enervaram o bandido ou não satisfizeram completamente suas “necessidades”. Outra deles – a mulher é culpada de ser violentada pois atentou contra os instintos do criminoso ou no ‘politicamente correto’ – “uma vítima da sociedade”. Defender-se é crime para essas criaturas. Acusar, mesmo indiretamente, um assassino, estuprador ou ladrão é crime grave. Prender bandido é delito perverso. Ajudem-me a identificar mais dessa gente que defende os ‘direitos humanos’ dos criminosos, mas jamais tem a mesma vontade e o mesmo empenho em solidarizar-se com as vítimas reais ou os humanos direitos.
Crônicas & Agudas
Um delegado de polícia dizia na tevê que “a polícia prende e logo prende de novo e de novo…”. A mídia mostra um “semiaberto” que mais aberto é impossível para continuarem sua profissão criminosa. A Brigada Militar empenha-se em seu trabalho numa roda-viva sem fim. Alguns jornalistas mostram a ficha criminal de criaturas assim como um rolo de papel higiênico – comprida e suja. No entanto, outros jornalistas solidarizam-se com a bandidagem e não aceitam as suas detenções em “cadeias desumanas”. Entrevistados e entendidos preconizam “mais escolas”. Certamente não temos as melhores escolas, mas os professores, principalmente os que estão na frente de combate das salas de aula, relatam filmes tétricos da indisciplina dos alunos “de menor” e a impunidade. Precisamos de soluções ontem ou somente nas próximas gerações? Outros formadores de opinião exigem “afastamento e punição exemplar” para a autoridade que usa a força da lei contra a lei da força. A mídia sempre mostrará uma mãe chorosa lamentando a prisão de seu “garoto trabalhador, bom filho, bom amigo, membro da comunidade” e outras vantagens que um coração de mãe enxerga ou fantasia.
Cr & Ag
“As prisões brasileiras não recuperam, são universidades do crime”, apregoam. Você acredita em recuperação para essa criminalidade que avança, estupra e mata? Ou grande parte dessa espécie nunca se iluminará nessa existência? Isso independe de idade, sexo, cor ou ideologia? As prisões ideais seriam modelos cubanos, coreanos do Norte e soviéticas? Ou canadenses e suecas? A pena de morte é tema que reverbera em qualquer roda de pessoas. Por que? As pessoas que sofrem e são boiada para o abate criminoso não enxergam um horizonte a não ser extirpar o câncer social, controlar essa infecção crescente e descontrolada? Perguntas? Há quem queira “leis mais rígidas”, outros dizem termos leis suficiente, mas faltam executores dessas leis preservando primeiro a sociedade decente, honesta e acuada. Alguns, por oligopsiquia ou safadeza, coloca toda a responsabilidade no “estado”. “Estado” – um ser genérico, amorfo, indistinguível e inimputável, logo exime-se atrás ou sob um manto impenetrável.
Pergunte-se – “quem é o responsável? ” Assumir a responsabilidade direta, indireta ou negligente? Muitos de nós já foram vítimas e não basta virar o rosto ou esperar que o Criador resolva aquilo que é a nossa responsabilidade. Identifique a doença e os vetores, aqueles que favorecem e propagam a enfermidade e a impunidade. Não se iluda e saiba que as grades que o cercam, alarmes, câmeras de segurança não o protegerão da impunidade dos criminosos. Lembre-se que os amigos dos criminosos exigem que você não se defenda, jamais reaja e vá para o abatedouro que virou o Brasil, com mais mortes e vítimas que muitos países em guerra.







