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Estupro – Culpa e/ou Responsabilidade! – Parte 1 – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas, Colaboradores: Virgínia Monteiro e Eduardo Lopes.

 

2016 – 06 – 07 Junho – Série Estupro – Culpa e/ou Responsabilidade – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

 

Estupro – Culpa e/ou Responsabilidade! Parte 1

 

Creditam-se mais de 500mil estupros anualmente no Brasil, mas os organismos oficiais relatam um décimo desse número estarrecedor. Pois incontáveis as mulheres que por vergonha, medo e outros sentimentos estão inibidas de denunciar seus brutais sofrimentos de corpo, mente e alma. Crônicas & Agudas traz algo inédito no Jornalismo viamonense que é um tema crucial na sociedade brasileira examinado pelos olhos e pela experiência de profissionais da área médica e cidadãos que trazem as suas mensagens e os seus entendimentos.

 

Crônicas & Agudas

 

“Na vida que vivemos hoje em dia, o ser humano convive com inúmeros tipos de violência e desrespeito. Vemos a todo instante a violência contra a natureza e contra os animais, mas nada choca mais do que a violência de um ser humano contra outro ser humano. Entre todas as violências a animalidade de um estrupo, seja ele coletivo ou não, nos deixa estarrecidos com a capacidade humana de fazer mal ao outro, de tomar o corpo do outro sem o seu consentimento, e usá-lo como se fosse um objeto descartável. Como pode ainda nos dias de hoje, quem se chama de Ser Humano Racional, violentar o Eu de outra pessoa, violentar o seu corpo e a sua alma? Que homem se sente autorizado pela cultura a invadir, sem dó nem piedade, o sagrado corpo de uma pessoa para satisfazer o seu prazer? Não há valores morais, não há um código de ética, não há respeito pelo querer do outro? Falta tudo isso e sobra doença.

Então cabe a sociedade refletir como ficará esta jovem que teve seu corpo violentado, seus sonhos destruídos, e que agora deve se esconder e conviver com a devassa na sua autoestima, com a vergonha, com o medo e ainda com a culpa. Como construir a superação deste trauma? Como conviver com este fato que se tornou à força, parte de sua vida? Estes homens não representam o universo masculino, mas trazem à força a lembrança da presença do instinto animal no ser humano atual, e como são exceção, vê-se a doença muitas vezes mascarada de machismo. Somos seres humanos em evolução sim, mas cabe a nós através destes questionamentos provocar o despertar de valores mais elevados para que o Ser Humano compreenda que existe nele também a profunda capacidade de amar e de se reconstruir. ”Por Virgínia Paccheco Monteiro – Psicóloga de Porto Alegre

 

Crônicas & Agudas

“O que significa a palavra estupro? “Crime que consiste no constrangimento a relações sexuais por meio de violência – violação”.  O estuprador geralmente é diagnosticado como tendo um Transtorno da Personalidade, sua bioquímica cerebral mostra, entre outros, um déficit no neurotransmissor serotonina. Os estudos mostram que uma diminuição dessa substância no cérebro tem sido associada com atos impulsivos, impensados, agressivos, suicidas, etc. O cérebro do estu­prador parece ser internamente pouco ativado, levando-o a procurar mais estímulos externos para se sentir bem. O crime de estupro é considerado crime hediondo e como tal deve ser punido de forma exemplar. A questão é como se identifica e tipifica o crime de estupro?

Lembro de um atendimento que fiz a uma senhora, vítima de estupro que me relatou que após ter ido à delegacia prestar queixa, ouviu de um policial: Mas o que tu fazias na rua a estas horas, sozinha? Recordo que ela me disse que naquele momento é como se tivesse sido estuprada novamente. A punição ao estupro deve ser exemplar, as vítimas merecem um tratamento especial, assim como não podemos recair no erro de culpabilidade da vítima, tão pouco na responsabilização por estupro quando as evidências apontam para dúvidas quanto ao que ocorreu. É fundamental que tenhamos o crime caracterizado de forma clara e nos termos de seu conceito e os culpados devem ser punidos, sendo que também é necessário reprimir e condenar a prática, desde que as responsabilidades sejam apuradas de forma clara, para que não haja imputação de crime quando o que ocorreu não está evidente.” Por Dr. Eduardo Dias Lopes – Médico e Cirurgião

Andrew Lang – Escritor escocês. Junho 2016

 

 

"Ele usa a estatística assim como um bêbado usa os postes de luz − para se apoiar, não para iluminar."

Andrew Lang
Escritor escocês
(1844-1912
)

Fonte: ConsultaPRIMA

SAÚDE E HARMONIA AOS NOVOS AMIGOS QUE SE ENTRELAÇAM NESSES ESPAÇOS. Edson Olimpio 7720

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Ame-se e Seja Amado (a)

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Mocotó Dançante! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 31 Maio 2016

 

2016 – 05 – 31 Maio – Mocotó dançante – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Mocotó dançante!

 

H

á quem olhe o médico e enxergue somente o médico, outros, entretanto, sabem que ali dentro daquele jaleco branco também tem uma criatura afeita às humanidades da vida (a esse contorcionismo do vernáculo até chamavam de ‘licença poética’, hoje muitos chamam de ‘licença lulista’). E gosto de desafios. De motocicleta numa noite com chuva torrencial e neblina descendo a Régis Bitencourt entre Sampa e Curitiba com jamantas tombadas e cadáveres estendidos no asfalto numa estrada assassina frequenta meus sonhos em que ainda acordo com sudorese. Eu e a esposa e os anjos de guarda tocamos até a cidade de Registro e aí realizamos um curto pernoite para na manhã seguinte, ainda com chuva e neblina, tocar a moto Morgana para o querido Rio Grande.

 

Crônicas & Agudas!

 

Em trinta anos no lombo de uma moto com a esposa de copiloto e o horizonte a ser conquistado trouxe-nos uma bagagem de circunstâncias e episódios fantásticos e eventualmente assustadores. Alguns estão nas páginas de Crônicas & Agudas – O Livro! Noutra época estive vivenciando o gauchismo dos fandangos, rodeios e curtindo CTGs. Eventual folga para a Morgana recuperar a suspensão e a carburação intoxicada pela péssima gasolina nacional de tantos postos sem controle e comerciantes desonestos, agora equipados pela característica pilcha, sem o capacete, mas com o chapéu e um arsenal com várias botas, bombachas e outros ‘tches’ com a mesma parceria buscávamos um fandango. As distâncias não eram problemas. Escolhíamos o local, a cidade e especialmente o conjunto musical. Sair para um baile com Os Serranos é tudo de bom e do melhor, por exemplo, entre vários outros.

 

Cr & Ag!

 

Alguns eram bailes gauchescos no clube local e outros eram patrocinados nos CTGs. O conforto nos clubes sempre rivalizava com a comida campeira e o acolhimento festivo da gauchada. Uma vez em São Gabriel, a Terra dos Marechais, juntamos um encontro de moto com o gauchismo que pulsa em nós. Na manhã seguinte, um domingo, fomos perambular pelo centro da cidade. Caminhar desintoxica os músculos da dança e da comida. Admirávamos um belo e antigo prédio – a prefeitura, quando se chegou um cidadão e pôs-se a conversar conosco. E logo sacou do bolso uma chave e abriu o prédio da Prefeitura e foi mostrar-nos seu interior perfeitamente restaurado. Era o Prefeito da cidade! Essa foi mais uma das tantas e soberbas experiências que trouxemos na garupa.

 

Cr & Ag!

 

– E o mocotó? – impacienta-se o leitor e o ouvinte. Durante os tempos da pós-graduação em Sampa, espantava-me com as criaturas atoladas num prato fundo de mocotó, de pé ao lado do balcão, com as costas ardendo ao sol e mandando um vinho tinto direto. E logo após essa performance gastronômica, comia um abacaxi descascado na hora do vendedor da esquina e lavava as mãos com água de garrafa. Tudo sem tirar o casaco ou a gravata! Em mais de um CTG vivenciamos o ‘mocotó dançante’. A gauchada vai se chegando com os piás levando alguma ‘putiada’ pelas estrepolices, outros estacionam o pingo no gancho da figueira, as prendas cada qual mais vistosa e bonita, botas para todos os gostos e desgostos de algum ciumento. E vão se acampando com as amizades pelos bancos de madeira. Eis que o conjunto sapeca uma valsita para despertar o coração apaixonado e logo manda uma rancheira e o limpa-banco de um vanerão de perder o taco da bota. E já colocam a mesa comprida como esperança de pobre e os panelões de mocotó com pão, ovo picado, tempero verde e outros acompanhamentos. E o vinho sacado de garrafões e entornado pelo ombro. Beleza! E se come de amarelar o bigode com a gordura. E lá pelas três da madrugada ainda se come outras cositas para aliviar o desgaste do fandango. E alguns dos mais valentes ainda comem o saldo do mocotó de canecão com vinho também de canecão. E nem o gaiteiro se mixa, dando um refresco na acordeona enfia colheradas de mocotó. E depois tem gente que duvida que o gaúcho seja realmente um sobrevivente!

Dia Mundial de Combate ao Fumo

EDSON OLIMPIO – Crônicas & Agudas
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Ronald Reagan e o Aborto! Fonte ConsultaPrima

 

"Percebi que todos os que são favoráveis ao aborto já nasceram."

Ronald Reagan
Ex-presidente dos EUA
(1911-2004)

Adivinhe o país!

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Menopausa ou Climatério!–Fonte SnifDoctor. Maio 2016.

 

Atenção: Essas informações jamais dispensam os cuidados e a consulta com um bom médico ou médica!

Menopausa ou climatério? As principais características e diferenças de cada um

Períodos constituem fase natural da vida. Em ambos os casos é fundamental que se tenha acolhimento, acompanhamento e tratamento imediato das alterações.
O climatério representa um período natural biológico feminino que marca a transição gradual do estado reprodutivo para o não reprodutivo. Este momento de transição, porém, ainda traz muita insegurança para mulheres, principalmente em relação aos seus sintomas e o que isso significa para sua vida e saúde. Menopausa é a data da última menstruação na vida de uma mulher. Os termos menopausa e climatério muitas vezes aparecem como tendo o mesmo significado.

Por isso, a Profa. Dra. Sônia Maria Rolim Rosa Lima, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim/SP, e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, irá explicar um pouco mais sobre esse momento na vida de toda a mulher:

1.O que é climatério e menopausa?

O Climatério representa a transição gradual do estado reprodutivo para o não reprodutivo. Podemos também entender como uma fase de evolução da mulher onde seu organismo, até então direcionado a gerar vida, dirige-se livremente a outros fins, possibilitando que ela desenvolva todas suas potencialidades. A Menopausa é um ponto no tempo que marca a data da última menstruação na vida de uma mulher.

Esse período constitui uma fase natural da vida, e muitas mulheres passam por ela sem queixas ou necessidade de medicamentos. Outras têm sintomas que variam na sua diversidade e intensidade. No entanto, em ambos os casos, é fundamental que se tenha acolhimento e acompanhamento sistemático que promova a saúde, a abordagem adequada, o diagnóstico precoce e o tratamento imediato das alterações diagnosticadas para que se possam prevenir futuras complicações.

2.Existe uma transformação na vida da mulher?

A passagem do período reprodutivo para o não reprodutivo ocorre de maneira gradual. Nesta fase, é possível observar sintomas e sinais que podem ocorrer no climatério. Isto envolve não apenas alterações hormonais, mas também mudanças psicológicas e sociais.

3.Quais são seus sinais e sintomas?

Ondas de calor acompanhadas por sudorese intensa são características desse período, ocorrendo com frequência durante a noite e resultando em piora da qualidade do sono. Podem, ainda, ocorrer palpitações, enxaqueca e cansaço fácil. Mais tardiamente, existem sintomas urinários e ressecamento e desconforto vaginal, podendo levar à dor nas relações sexuais que, acompanhada na diminuição da libido, costumam conduzir a uma piora da qualidade de vida sexual.

4.A saúde pode ser afetada?

Nesta fase, identificam-se sintomas decorrentes da queda da produção de estrogênio na grande maioria das mulheres, o que pode provocar, inicialmente, irregularidades menstruais, hemorragias disfuncionais e diminuição da fertilidade; podendo ser acompanhado das instabilidades vasomotoras (ondas de calor e suores noturnos), alterações emocionais (destacando-se a depressão, a ansiedade e a insônia), decréscimo da libido, dor durante o ato sexual e distúrbios urinários; e, no longo prazo, osteoporose, aumento do risco de doenças cardiovasculares e cerebrais.

5.Como atenuar os sintomas e evitar riscos à saúde?

Existem diversos esquemas de terapia hormonal (TH) que tratam os sintomas vasomotores durante este período. O sucesso no emprego da terapia hormonal está intimamente ligado ao conhecimento adequado do médico, dos diferentes tipos de hormônios que podem ser utilizados, assim como as doses, as vias de administração e os esquemas terapêuticos, procurando identificar as necessidades de cada mulher. Outros medicamentos também podem ser indicados naquelas com contra indicação a terapia hormonal, e o uso de fitomedicamentos também tem sua indicação.Além disso, é fundamental ter uma mudança do estilo de vida, adotando a prática regular de exercícios e alimentação balanceada. A acupuntura, yoga e técnicas de relaxamento como terapia complementar, também são indicadas

 

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