FELIZ PÁSCOA! Colegas da AD 76, da ATO 74, amigos médicos e demais profissionais da Saúde, caros pacientes e demais amigos e amigas de todas as horas!

 

Feliz Páscoa com Logo AD 76

FELIZ PÁSCOA!

 

2016 - Páscoa

Crônicas & Agudas e seus Amigos e Amigas.

 

2016 - Vera e Paulo BragaDSCN01942016 Ângela e DiehlDSCN02082016 BudyDSCN02022016 CândidaDSCN01842016 Casa do Marquês - almoço e bannerDSCN01872016 JacaréDSCN02032016 Maria Eunice e CândidaDSCN0185

Ponto de Virada e a Doença como Mudança! Parte 1 – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 22 Março 2016

 

2016 – 03 – 22 Março – Ponto de Virada e a Doença como Mudança 1 – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

 

Ponto de Virada e a Doença como Mudança! Parte 1

 

A dor ensina a gemer!’ – ensina-nos a sabedoria popular e milenar. Lá no início, bem antes do Big Bang, Deus expurgou do convívio divino o filho dileto, mas maligno, e Lúcifer e o Inferno foram gerados. Ou algo assim. O inferno é o lugar do sofrimento. Com níveis dantescos, como o Sétimo Inferno de Alghieri, talvez onde a dor e o sofrimento sejam absolutos. E as criaturas passaram a temer o Inferno. E os humanos passaram a temer as masmorras e as prisões que além do cerceamento da liberdade teria o convívio de feras iguais ao enjaulado ou piores. E foi O Criador que mostrou-nos que a Disciplina vem antes do Amor e da Humildade ao punir seu filho angelical e ao expulsar do Paraíso Adão e Eva. Existe? Não recordo de nenhuma passagem no Evangelho em que Jesus fosse pregar nas prisões e nas masmorras. A conversão do ‘ladrão’ deu-se na cruz. O Direito romano, que está na essência e no âmago do Direito ocidental, não criou prisões melhores para uns e piores para outros. Todos, do senador ao comerciante, do general ao religioso, por exemplo, cumpririam suas penas nas mesmas masmorras, pedreiras, galés ou arenas. O nazismo e o comunismo ‘aperfeiçoaram’ punindo os contrários às suas ideias e ideologias, ou simplesmente aos ‘diferentes’ ou ‘denunciados’ e aí estão para a história os campos de concentração e de prisioneiros – leia Contos de Kolimá de Varlam Chalámov, uma obra prima da literatura russa sobre os malignos ‘campos de prisioneiros’(extermínio) na Sibéria.

 

Crônicas & Agudas

 

Estranhamente, bizarro para outros, que comunistas estejam à frente de movimentos de direitos humanos se é de sua matriz primária o absoluto e completo desprezo aos direitos do ser humano em todos os regimes e países onde prosperou. Assim como comunismo e democracia – absolutamente incompatíveis. Tão estranho e safado ou imoral são criaturas que requerem prisões ‘lúdicas’ e ‘recuperadoras’ dos criminosos, como assassinos seriais e estupradores, mas que são incapazes de requerem prisões iguais para todos. Todos! Sem as vantagens como dos direitos universitários, dos ricos e poderosos e dos pobres, do empreiteiro e do peão chão de fábrica, do senador ou deputado ao mascate. Coloquem-se todos na mesma cadeia com os mesmos ‘embargos infringentes’ e chicanas jurídicas que postergam indefinidamente a punição daquele que não pode pagar um desses tomás bastos da vida ou se dizem ‘donos’ de ministros e da lei. Também os mesmos hospitais e postos de saúde e ambulatórios para todos. Milhares morrem sem acesso às necessidades básicas de saúde. Quantos podem tratar sua saúde chegando de helicóptero, comitiva, seguranças e bajuladores num sírio libanês da vida?

 

Cr & Ag

 

A dor e o sofrimento mostram-nos nossas limitações, nossa humanidade e nossa finitude. Todos, não somente os médicos e demais anjos da saúde, conhecem as histórias de pessoas que assoladas pela doença e principalmente pela enfermidade maligna sentem a necessidade de mudar algo dentro de si e até para a humanidade. O Cristianismo ensinou-nos e mostrou-nos o vórtice do sofrimento extremo e seu poder modificador se essa for a vontade da criatura. Nem sempre é. Os reencarnacionistas de todas as cores veem na expiação de muitas vidas a evolução e a iluminação da criatura. Sempre a evolução e o amor gerados e aperfeiçoados pela dor e pelo sofrimento. A dor e o sofrimento não são castigos do Criador, são os caminhos que cada um escolhe e opta para sua vida ao romper a disciplina básica e primária que nenhuma constituição ou calhamaço de leis humanas irá mudar.

 

A Páscoa está logo ali na curva da semana seguinte, a um tiro de laço de Amor ou de Ódio. Do Poder ou da Humildade! – Nota do Cronista: continuaremos esse tema.

Grandes Médicos!

2013 - CARTAZ EVENTO CENTENÁRIO PROFESSOR RUBENS MACIEL NA ASRM 31 AGOSTO 2013

2013 - RUBENS MACIEL 100 ANOS

Crônicas & Agudas – Dr. Brust

 

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Crônicas & Agudas – Dr. Peralta

 

2016 - Ratinho PeraltaDSCN0196

Amigos de Crônicas & Agudas – Vera Silva

 

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Amigos de Crônicas & Agudas – Dr. Waimberg

 

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Implantes dentários e os antidepressivos. Medicina para todos. www.edsonolimpio.com.br

Antidepressivos podem ser a causa da falha de implantes dentários. Fonte Univadis

  • O risco de falha é quatro vezes mais elevado, dizem pesquisadores nos EUA.

O uso de antidepressivos pode comprometer a função de implantes dentários. A razão, de acordo com pesquisadores da Universidade de Buffalo (Nova York), se baseia nos efeitos colaterais que afetam o metabolismo ósseo. Estes achados foram apresentados na 45ª conferência anual da Associação Americana de Pesquisa em Odontologia (American Association for Dental Research, AADR) em Los Angeles.

Os efeitos colaterais do medicamentos incluem osteoporose, acatisia, bruxismo e boca seca, todos os quais afetam o processo de cicatrização dos implantes. Devido ao fato de que cada vez mais pacientes relatam o uso de antidepressivos, os pesquisadores decidiram procurar por potenciais conexões entre os medicamentos e a falha dos implantes.

A pesquisa verificou que o uso de antidepressivos aumentou o risco de falha do implante em quatro vezes. Cada ano de uso de antidepressivos duplicou o risco de falha.

Depois de analisar dados de prontuários médicos de pacientes da UB Dental Clinic em 2014, os pesquisadores observaram que 33 por cento dos pacientes que apresentaram falha de implantes usavam antidepressivos. No caso dos pacientes que não apresentaram falha, apenas 11 por cento usavam o medicamento.

Para que um implante cicatrize adequadamente, deve haver a formação de osso novo ao redor dele para fixá-lo no lugar, disse a investigadora principal Sulochana Gurung. A equipe decidiu que a comunidade odontológica e o mundo deveriam estar cientes disso, e entende a necessidade de uma análise mais aprofundada

Dificuldade de engolir comprimidos – a criança! Medicina para todos. www.edsonolimpio.com.br

Fonte SnifDoctor.

Atenção: os textos aqui publicados são ilustrativos e indutores que cada paciente e familiares ou responsáveis jamais prescindam do seu médico. O médico saberá orientar e resolver as dificuldades.

Eds Olimpio

A criança tem dificuldades para engolir os comprimidos? Há ajuda para isso!

Muitas crianças têm uma dificuldade imensa para engolir comprimidos. Não importa se é uma vitamina ou uma aspirina. A pílula inevitavelmente fica alojada na garganta e a criança entra em pânico. Algumas engasgam com qualquer coisa maior que uma uva passa. “A maioria das crianças começa a engolir comprimidos a partir dos 10 anos. E cerca de 20-40% são incapazes de engolir uma pílula do tamanho padrão ou de uma cápsula, de acordo com um estudo  publicado na revista Pediatrics”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.
Segundo os autores do estudo, a idade não afeta realmente a capacidade de engolir uma pílula. Um adolescente pode ter tantos problemas como uma criança de 5 anos. A questão está relacionada à ansiedade e às associações negativas com o medicamento. Muitos nunca superam o problema. 40% dos adultos americanos têm dificuldades para engolir comprimidos, embora a maioria não tenha problemas com alimentos ou líquidos. 80% alega que não gosta da sensação de ter uma pílula presa em sua garganta, 48% dizem que os remédios têm um sabor ruim e 32% alegam que as pílulas provocam vômitos.
Um estudo com 1.051 adultos, publicado no European Journal of Clinical Pharmacology, produziu um número semelhante: 30% tinham dificuldades para engolir comprimidos e quase 10% pararam de tomar os medicamentos em função dessa dificuldade. “A pílula é uma substância sólida. Nós aprendemos que temos que mastigar algo que é sólido. É preciso uma mudança mental para relaxar a garganta e ser capaz de engolir algo que tememos que possa nos levar a um engasgo”, explica o médico.
Embora alguns medicamentos possam ser tomados na forma líquida, esmagados, outros com liberação retardada e alguns com determinados revestimentos não podem ser esmagados ou divididos. E como cada pessoa tem uma dificuldade para ingerir um remédio, é preciso analisar caso a caso.  “Às vezes, um paciente muito doente tem que tomar diversas medicações e o “problema” são suas emoções. Outro paciente pode apresentar um medo de asfixia ou uma ansiedade generalizada. E ainda há outros que podem  ter um reflexo de hipersensibilidade e vômito”, conta Chencinski.
Outras razões fisiológicas podem incluir ainda a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE); a esclerodermia, um acúmulo de tecido cicatricial que pode enfraquecer o anel inferior do esôfago; e uma aversão ao sabor dos comprimidos. "Questões emocionais ou ansiedade, em geral decorrentes de uma experiência do passado devem também ser levadas em consideração", defende o médico.
Como superar essa dificuldade?
Os autores do estudo, publicado na revista Pediatrics, revisaram pesquisas sobre o ato de engolir comprimidos e determinaram que várias técnicas – terapia comportamental, pulverizador da garganta com sabor, copos de engolir comprimidos, instruções verbais e postura correta da cabeça – podem ajudar as crianças, a partir de 4 anos, a engolir os medicamentos mais facilmente. As mesmas técnicas também poderiam auxiliar os adultos.
“Uma criança pode experimentar, por exemplo, beber primeiro a água ou o suco, seguido pela pílula – ou o contrário. Com crianças mais novas, histórias com instruções também podem ajudar, como imaginar que a língua é uma onda de água, a pílula é o surfista e a pílula monta o toboágua na piscina (estômago)”, exemplifica o médico.
Copos de engolir comprimidos, vendidos em farmácias e online, ajudam o usuário a "beber" a pílula – o copo é preenchido com fluido e a pílula é colocada em um reservatório de modo que o líquido e a pílula se misturem apenas na boca.
Um estudo de 2014 com 151 adultos de até 85 anos, publicado no The Annals of Family Medicine, informou que o chamado “método da garrafa” pode ser bem eficaz para alguns. O comprimido é colocado na língua, os lábios são bem fechados em torno da abertura de uma garrafa de plástico e o comprimido é ingerido em um movimento de sucção rápida para superar a fase voluntária da deglutição. A abordagem "inclinar-se para frente" também ajuda muito e trabalha com pessoas que evitam as cápsulas: “coloque a cápsula em sua língua, tome meio gole de água e incline o queixo para a frente ao engolir”.
“Os pesquisadores não testaram os métodos em crianças, mas não há razão para acreditar que eles possam não funcionar com elas, porque as propriedades físicas das pílulas são, obviamente, as mesmas, independente da idade do paciente”, conta o médico, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
Outra dica para engolir a pílula é colocá-la num pedaço de pão e engoli-la, técnica que pode ajudar muito as crianças. “Mentalmente, ela sabe que o pão é macio, não é difícil, por isso não parece tão assustador para engolir”, afirma o pediatra.

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