As chuvas lavam os telhados e revelam a poluição acumulada. Isso está no ar que respiramos aqui no Centro de Viamão e pouco percebemos.
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Crônicas. Contos. Literatura. Jornalismo. Imagens e datas significativas.
14 jul 2016 Deixe um comentário
As chuvas lavam os telhados e revelam a poluição acumulada. Isso está no ar que respiramos aqui no Centro de Viamão e pouco percebemos.
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13 jul 2016 Deixe um comentário
Aplicação do delineador pode causar problemas nos olhos.
As pessoas que aplicam delineador na pálpebra correm o risco de contaminação do olho e de causar problemas de visão, de acordo com pesquisa por um cientista da Universidade de Waterloo. Este é o primeiro estudo a demonstrar que as partículas de um lápis delineador movem-se para dentro do olho. O estudo foi publicado no jornal Contact Lens Association of Ophthalmologists.
Os pesquisadores usaram gravações de vídeo para observar e comparar a quantidade de partículas de delineador que migravam para o filme lacrimal – a fina camada que protege o olho – depois de aplicar a maquiagem em diferentes estilos.
“Segundo os pesquisadores, a migração da composição aconteceu mais rapidamente e foi maior quando o delineador foi colocado na margem interna dos cílios. Cada participante deveria aplicar o delineador fora da linha dos cílios, depois sobre a área interna, mais perto do olho, e, ainda, ao longo da linha de água”, explica o oftalmologista Virgílio Centurion.
“Os cientistas descobriram que, após 5 minutos, entre 15-30% mais partículas se mudaram para o filme lacrimal do olho quando os indivíduos aplicaram o delineador na margem interna dos cílios, em comparação com a aplicação fora dela. A composição também mudou mais rapidamente quando o delineador foi aplicado dentro desta região. Com o passar do tempo, a quantidade de composição que entra no filme lacrimal continuamente, pode alterá-lo, acrescentando desconforto”, explica a oftalmologista Sandra Alice Falvo .
Os ingredientes dos delineadores geralmente incluem ceras, óleos, silicones e gomas naturais para ajudar a delinear as pálpebras e durar por períodos prolongados. Esses ingredientes tendem a aderir à pele através de piscada, sudorese e da secreção de óleos naturais.
“A maquiagem que entra no filme lacrimal pode causar desconforto para aqueles com olhos sensíveis ou secos. Mas as ceras e os óleos dos delineadores também podem aderir às lentes de contato se elas forem usadas por mais de um dia. As complicações decorrentes incluem irritação e vermelhidão, a introdução de bactérias nocivas do delineador e, em alguns casos, infecções oculares ou visão turva. As pessoas que usam lentes de contato são mais propensas a notar alguns problemas. Se elas têm delineador preso a suas lentes, os depósitos podem causar alteração da visão e a lente pode se tornar mais embaçada”, destaca Sandra Alice Falvo.
Embora este estudo não tenha examinado o aspecto bacteriano de contaminação da maquiagem para os olhos, os autores observam que estudos anteriores mostram que a idade da maquiagem dos olhos pode abrigar bactérias.
“Como formas de prevenir os problemas oculares, os pesquisadores listam algumas ações. Se você apontar minuciosamente o seu lápis delineador antes de cada aplicação e se livrar do material que está preso até o fim, você poderá prevenir infecções. Com delineadores que têm pincéis, cortar alguns pelos antes de cada utilização têm o mesmo efeito. E sempre certifique-se de remover completamente a maquiagem dos olhos antes de dormir”, orienta a oftalmologista do IMO.
Nota: Os textos publicados jamais substituirão a consulta com um Médico.
11 jul 2016 Deixe um comentário
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"Pelos erros dos outros, o homem sensato corrige os seus." Oswaldo Cruz |
09 jul 2016 Deixe um comentário
2016 – 07 – 05 Julho – Meu Amigo – Meu Pai – Varlete Caetano – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
http://www.edsonolimpio.com.br
“Meu Amigo – Meu Pai”
“Todos nós temos uma referência importante e acolhedora de nossa infância que carregamos ao longo dos anos que são nossos amigos de infância e que perduram até a presente data. Eu tenho um amigo em especial, meu pai – Waldeci Rocha Caetano – que me acompanhou desde meu nascimento até a presente data, onde sempre foi e é o meu grande amigo, o meu incentivador em ser alguém do bem.
Ensinou-me a trabalhar desde criança, dirigindo Jeep, caminhão; entregando ranchos do Supermercado, e a arte de comprar e vender gado; e também ajudar a organizar os bailões do “Super Salão do Waldeci Caetano”, enfim ensinou-me a ser uma boa comerciante, e por último foi incentivador da minha profissão de advogada, referindo com muita alegria e convicção nos seguintes termos: “minha filha tu nasceste para ser advogada”. Enfim, fui criada com ele sempre por perto, me protegendo, ensinando e me acompanhando em todas as jornadas desta vida.
Ser amigo é estar junto nas horas difíceis e também compartilhar os momentos agradáveis. O verdadeiro amigo nunca nos abandona, não importando as circunstâncias em que nos encontramos. Só tenho a agradecer ao Pai Maior a oportunidade de poder ter um pai presente, estando desfrutando da companhia e amizade dele diariamente. Obrigado por tudo meu amigo e pai Waldeci Rocha Caetano que aos 76 anos continua na ativa, trabalhando comigo no Escritório de advocacia, dirigindo, fazendo serviços externos e me dando todo o apoio necessário para que eu desenvolva as minhas atividades com tranquilidade, paz e amor. ” Varlete Caetano – Advogada.
Crônicas & Agudas
A Gratidão é a base, o substrato, a fundação, o alicerce e o sustento do Amor e da Humildade. Em tempos sombrios e dolorosos de filhos sem pais. De pais sem filhos. Vidas compartimentadas e caminhos que se dispersam. Eis que reverbera na nossa humanidade, faz palpitar nosso coração, vibrar nossos tendões e músculos e verter uma umidade aumentada em lágrimas de respeito e honra por compartilhar a existência e os caminhos dessa jornada de vida com pessoas especiais. Tão especiais! A doutora Varlete e o Waldeci estão em nossas vidas. Habitam nossos corações. Que o Criador permita continuarem essa maravilhosa saga e inspirem outros corações e mentes.
Cr & Ag
Varamos o alambrado da metade do ano e o segundo semestre deverá marcar a ferro e fogo, com ranger de dentes, piquetes e invasões, a exteriorização da infecção que assola nossa pátria e a enfermidade que de tão extensa não apresenta nenhum final anunciado. Nenhum alvorecer luminoso. Nessa noite que agora escrevo, o nevoeiro impede de vislumbrar o outro lado da rua. Mais de dez dias com cerração dia e noite. Quando aconteceu isso antes? Sinal dos tempos? Alguma mensagem divina? Felizmente o amor de uma filha por seu pai e um pai amoroso e sempre presente e que trabalham muito é uma luz cintilante dentro desse nevoeiro que de tantas maneiras nos envolve, sufoca esperanças e joga famílias na dor do desemprego e do ganho pelo suor próprio.
03 jul 2016 Deixe um comentário
2016 – 06 – 28 Junho – Piolhos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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Piolhos! E outras pragas.
Épocas conturbadas. Tempos dolorosos de marginalidade crescente e avassaladora. As pessoas saem de seus lares com a terrível sensação de que poderão não retornar. Escolas fechadas. Invasões. Anos, mais anos perdidos de educação precária e resultados previsíveis de um futuro incerto e sabido. Todos conhecem o resultado no bolso de uma torneira pingando, de um vazamento insensível, da eletricidade em curto, esvaziando aos pouco, pois o Ministério Público e a Polícia Federal descobriram novo esquema fraudulento nos empréstimos consignados e sabe-se que outros desdobramentos dessa teia macabra que na ponta da corda, como o enforcado no cadafalso, está a saúde pública. A soma de centavos ou poucos reais mensalmente, anualmente, por uma década gerou fortunas monstruosas para criminosos. Não parece haver ou sequer descortinar-se um final para essa doença maligna que se apoderou do Brasil. Infelizmente.
Crônicas & Agudas
Na minha infância no Grupo Escolar Setembrina e depois no Ginásio Bento Gonçalves as preocupações eram outras. Diferentes das atuais. Havia professoras e professores respeitados pelos alunos e pelas famílias e que se faziam respeitar. Exigia-se do aluno disciplina e resultados com provas (sabatinas e exames) e aprovação. A escola formava pessoas de bem e para viver em sociedade. Trabalhando e com famílias. As infestações e pragas eram de piolhos, pulgas, bichos-de-pé ou alguma muquirana. Certa feita, uma diretora que gostava muito de passar a mão na cabeça da criançada levou um susto. Um guri muito sapeca cochichou-lhe: – Ela está minada de piolhos diretora. Chega a pingar a piolhos. Cuidado que pega! A diretora afastou-se num salto. Um tempo e estávamos rolando de rir com a mentira do sapeca.
Cr & Ag
Nossa filha Cynthia era ‘privilegiada’ pelos piolhos. Deviam possuir algum tipo de radar ou GPS para seus cachinhos dourados. Alguma Irmã do Stela Maris noticiava que havia um caso isolado, nem precisava de um surto, e logo estava atacada. E lá se ia a batalha contra o piolho. O Cine Radar aqui no centro de Viamão, nas franjas da Caixa D’ Água seria o local ideal para emagrecer. Perdiam-se alguns quilos durante a matiné. As pulgas quase do tamanho de uma barata digladiavam-se para quem iria nos comer primeiro. Tinha menina que entrava de sapato e saía de botas pretas. Terrível? Muito pior. E chamávamos o seu Gonça, lanterninha e baleiro, para colocar Neocid ou água com querosene nos bichos.
Cr & Ag
Todas as casas tinham gatos. Algumas com vários gatos, gatas e prole para combate aos ratos. A gurizada fazia ratoeiras com latas de azeite ou com a mola na madeira e caçava. Legal era pegar os ratos vivos e depois entregá-los aos gatos. Crueldade? A escola nos mostrava os milhares de pessoas mortas e carregadas nas carroças pela peste, isso despertava a defesa. Um histórico farmacêutico de Viamão, diziam não ser lenda urbana, criava e ‘domesticava’ aranhas caranguejeiras gigantes. Maiores que um prato de sopa – sic. Relatei anteriormente no apoteótico A Negra das Aranhas ou As Aranhas de Itapuã. Tinha um hotel em que a gurizada assistia ao ‘tropel’ de muquiranas ao se retirar a colcha. Horrível e real. E como fediam ao serem esmagadas!
Esse passado remoto e ‘guerreiro’ da gurizada viamonense é de uma época em que quase todas as pessoas que circulavam pela cidade se conheciam. E as crianças podiam atravessar a cidade em qualquer direção, brincar nos matos, banhar-se no rio Fiuza ou no arroio Mendanha. Preparem os seus corações para outra soberba revelação – o Lago da Tarumã era local de pescarias e de banhos. Banhos! Mesma matando vários jovens que se aventuravam com exagero ou descuido. Hoje?