Enviado do meu smartphone Sony Xperia™
A Brigada Militar e a Bandeira do Rio Grande! – Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas – Jornal Opinião – 27 Dez 16.
04 jan 2017 Deixe um comentário
2016 – 12 – 27 Dezembro – Brigada Militar e a Bandeira do Rio Grande – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas
http://www.edsonolimpio.com.br
A Brigada Militar e a Bandeira do Rio Grande!
As pessoas me perguntam de onde nasce essa simpatia pela Brigada Militar? É fácil, meus pais me ensinaram a simpatizar com quem merece respeito e gratidão. Isso traz consigo uma existência de trabalho e consideração pelo povo rio-grandense. Repito que respeito outras corporações e outras polícias. Não obscureço seus problemas, muitos da fragilidade humana, outros pelo treinamento inadequado, ainda pela ideologia de certos comandantes. Nas universidades da União Soviética, desde antes de Stalin, pregavam que “a ideologia é mais forte que o sangue”. Principalmente o sangue dos outros. Uma das “lendas” da Legalidade – contam que Brizola, sob a iminência de ataque aéreo e das tropas descidas principalmente no centro do país, recebeu o compromisso da Brigada Militar em enfrentar quem quisesse fazer qualquer mal aos rio-grandenses.
Crônicas & Agudas
Certas pessoas olham o “seu lado”. Muitos desafiam qualquer autoridade. Nas últimas décadas vimos lamentavelmente organizações com cores partidárias e vestimentas ideológicas fazerem greves, badernas, invasões e enfrentamentos prejudicando o todo, todos os lados. O manto da legalidade de um sindicato, uma ONG ou certos “movimentos sociais” mantém uma orquestração macabra de descrédito e demonização da Brigada Militar. Lembrem do brigadiano degolado, assassinado na avenida Borges de Medeiros numa dessas “manifestações”. Ali há algum monumento ao herói imolado pela fúria? Há professores que mostram publicamente essa sanha. Transmitem essa virulência aos alunos? Esse mesmo viés defeituoso se estabelece com formadores de opinião de toda ordem, como jornalistas, médicos e religiosos, por exemplo.
Cr & Ag
“A Brigada prende, mas eles logo estarão soltos! ” – Toada dolorosa. O aguerrido viamonense e jornalista Rogerio Mendelski, em seu programa na Rádio Guaíba revela ensinamentos primorosos atribuídos ao Desembargador Irineu Mariani. “Bons juízes consertam leis ruins, maus juízes destroem boas leis”, ou algo equivalente. A Brigada Militar faz aquilo que é do seu ofício sob todas as adversidades. Políticos identificados com a criminalidade (agora intestinamente contra Sérgio Moro e o Ministério Público Federal de Curitiba) aliam-se a falanges de “direitos humanos”. Direitos dos mais malignos e tortos da sociedade. Esses simpatizarão com a Brigada?
Cr & Ag
O corpo do brigadiano, repito, é a fronteira final, a última trincheira, a derradeira paliçada entre nós e a criminalidade conhecida e travestida. A maioria é “depois”, na delegacia ou na justiça que sempre tarda. Investigadores da Polícia Civil lamentam seu trabalho de risco desperdiçado pelas “solturas e frouxidão”. Precisamos mudar esse paradigma sinistro de desqualificar e atacar essa instituição. Precisamos de comandantes despidos da ideologia canhestra e sejam mais participativos da linha de frente com seus subordinados. Levemos os brigadianos para o dia a dia das pessoas, para dentro das escolas, como havia no longínquo Grupo Escolar Setembrina do meu tempo e das festas da civilidade. Precisamos do Brigadiano nas ruas auxiliando a mãe com o filho ou o idoso a varar uma rua de insanos ao volante. Precisamos do brigadiano também fora do combate aos criminosos para serem vistos e sentidos. E respeitados e admirados pela população. Também depende de cada um de nós cidadãos que trabalhamos e pagamos as contas (e as roubalheiras) fazer a Brigada Militar ser realmente a imagem viva da bandeira gaúcha.
Panetone com gosto de Fel! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 20 Dezembro 2016.
31 dez 2016 Deixe um comentário
2016 – 12 – 20 Dezembro – Panetone com gosto de Fel – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
http://www.edsonolimpio.com.br
Panetone com gosto de Fel!
Presentearam-me com um belo, perfumado e saboroso panetone. Massa leve com a umidade adequada e recheado com um musse de chocolate meio amargo. A cremosidade e o delicioso sabor se misturava com fragrâncias que somente são exaladas quando é feito com gosto, satisfação e amor. E carrega toda a cordialidade, amizade e o mesmo amor da alma que o presenteia. Ao retirar da embalagem festiva e expor sua formosura, um tempo embala-nos em sintonia com essas magnifícas vibrações que faz um universo de tantos dissabores arrefeceram para o lampejar da vida que se expande. Somos seres que velozmente deixamos essa vovó encarquilhada para trás. Ou talvez o seu plano, mais que secundário, fique com o bolor dos restos natalinos ou sufocado sob escombros de presentes caros e muitos voláteis. A Gratidão é a avó dos mais belos e visíveis sentimentos e talvez por ser tão longeva, idosa dos tempos iniciais seja como a maioria dos idosos – colocado em algum lugar e eventualmente lembrada.
Crônicas & Agudas
Eis que senti um amargor e um arrepio subindo pela mandíbula esquerda, espraiando-se pela orelha e refletindo no olho que teimava em tremer. Uma lágrima. Duas lágrimas. Várias lágrimas. Juntou-se ao aluvião uma sequência de imagens e lembranças. Os neurônios racionais reúnem-se em formação de combate, em ordem unida bradam das belezas do Natal e que se aproveite tudo, do sino e das renas ao Noel. Noel que não é da Rosa, mas sempre é música em todo o mundo. A Emoção trazia a musicalidade para enfrentar a Razão com suas armas e argumentos afiados. A ninja Negação perdeu-se na escuridão e nas sombras da Realidade. A Tristeza gritava “help” se afogando nas grossas lágrimas.
Cr & Ag
Sei lá quanto tempo durou esse embate. Foi um tempo em que a Reflexão sentou-se com o Entendimento e iniciaram uma negociação. O Fel do panetone ainda estava ali. Queimante. Ardente. Doloroso. O Entendimento olhou profundamente na alma da bela Reflexão e suas vozes ecoaram numa simultaneidade não planejada por eles e por alguém da plateia e dos combatentes. Como se uma onda de sincronia colocava todos numa grande sinfonia: – Tragam Ele! Busquem Ele! Somente Ele tem a solução! Ele é a resposta e a solução, gritaram com a força dos pulmões de renascidos e de eternos degladiantes.
Cr & Ag
Um silêncio quase absoluto, pois o Coração ansiava em retornar a sua cadência e as fibras se distensionavam e vibravam agora como as cordas mágicas de um violino angelical. Não havia mais nenhum sabor. Nada do Fel! Nada de sabor nenhum. Seria como no olho do furacão? Logo uma tímida Luz aproximou-se. E suas irmãs mais luminosas amparavam o Sol I. O primeiro, aquele que afastou as Trevas e dissipou as Sombras mais densas tanto do Universo como das mais encardidas almas. E um jovem se aproximou. Desculpe, é um menino! A Luz está cada vez mais intensa e tranquilizadora. É um Menino, é um Jovem, mas também é um Homem Jovem. Transmuta-se aos nossos sentidos e aos nossos sentimentos. Todos o conhecem. Sempre. É o Amor! Ele é o Amor!
Em várias épocas e em várias civilizações Chamaram-No por diversos nomes, como Buda e Cristo. E muitos usaram e usam seu nome para que o Fel continue a queimar e as lágrimas inundem as terras e sufoquem as pessoas e os povos. Ele está aqui. Sempre esteve. Espera que nossos conflitos não impeçam a sua presença e que sejam apaziguados com ela. Que panetones simbólicas, mas de Luz real e intensa vertam de nossos corações e almas levando-O, levando Amor para todas as pessoas, para a Natureza e seus filhos.
Brigada Militar: Alma de Gaúcho! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 13 Dezembro 2016
23 dez 2016 Deixe um comentário
2016 – 12 – 13 Dezembro – Brigada Militar: Alma de Gaúcho – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
http://www.edsonolimpio.com.br
Brigada Militar: Alma de Gaúcho!
Vivemos tempos sombrios em que a marginalidade encontra eco e apoio naquilo que vários jornalistas denunciam a vários anos como “mídia amiga”. Formadores de opinião e principalmente jornalistas de grandes empresas tem acossado a polícia em seus espaços jornalísticos. E quando agridem a polícia, atacam principalmente a Brigada Militar. Sem nenhum desmerecimento às demais corporações policiais e às polícias militares, a Brigada Militar é algo mais, algo maior que habita o cerne do povo rio-grandense. Além de ser uma organização centenária que todo o cidadão deve ver e sentir que ali está alguém para lhe proteger e amparar. A submissão de alguns comandantes à ideologia canhestra e retrógrada, como inclusive nas forças armadas, denegriu e levou a corporação a um sentimento de baixa estima e muitos brigadianos tem dificuldade em identificar-se como tal. Observam aqueles jornalistas que abusam de “movimentos sociais, militantes, estudantes, ocupantes, camponeses, comunidade e presidente de Cuba”. Insistem em transformar e adulterar a força da lei com a lei da força. Sempre irão acusar a Brigada de “força excessiva” e darão grande espaço aos “líderes comunitários” ou aos familiares de criminosos.
Crônicas & Agudas
Esse jogo tem que virar a nosso favor. Até aqui estamos sendo caçados pelos marginais. Nossas escolas são invadidas e nossos estudantes nem estudar podem. Vias são trancadas por “movimentos sociais” e somos impedidos de trabalhar ou simplesmente de circular – ir e vir! Mesmo com determinação judicial nas esdrúxulas “reintegrações de posse” os invasores recebem prazos abusivos de desocupação. O que somente fazem se quiserem, pois ali estará um marginal solicitando a presença da imprensa “amiga”. Deve partir dos comandantes e do povo rio-grandense essa visão realista da Brigada Militar. Sabemos que a corporação tenta se purificar e filtrar na seleção e treinamento de seus brigadianos. Mas há que haver mais empenho de todos. O brigadiano deve orgulhar-se de seu papel social inestimável que sempre foi do policiamento, da manutenção da ordem sob as mais frágeis circunstâncias, da presença nas maiores calamidades à mão e coração aberto para amparar aquela gestante que parteja seu filho numa viatura da Brigada Militar.
Cr & Ag
Há desfibrados entregar-nos à barbárie e ao que de pior as sociedades produzem. Essas criaturas ou algumas delas são partidários da destruição da sociedade para um “novo renascimento”. Falso e comprovadamente falho e sinistro onde foi aplicado. O brigadiano deve saber que a sua farda, antes com a cor da terra ou do céu ao sol gaúcho, é a bandeira do Rio Grande do Sul, um estado do Brasil que por sua opção continuou brasileiro e que ali estiveram e estão gaúchos nobres que derramam seu sangue e entregam suas vidas diuturnamente pelo nosso povo. Brigadianos saem em patrulha se despedindo de seus filhos e talvez dando o último abraço em suas esposas sem nenhuma certeza de retorno ao lar. E a cruel certeza que sua família será muitas vezes desamparada pelo Estado que tomou sua vida.
Cr & Ag
Dolorosamente assistimos cidadãos obsidiados ou desorientados acusarem à Brigada. Algum dia eles ou algum familiar estará na sanha maligna dos criminosos e talvez aí a Brigada lhe faça falta. E velha sabedoria popular da pimenta em olho alheio vai nessa trilha insana. Estamos desprotegidos e encurralados. Execram que nos defendamos. Apoiemos aos brigadianos e que seus comandantes jamais permitam que seus comandados ou eles próprios sejam manipulados pela política suja ou de ideologia sinistra e olhem para cada cidadão honesto desse Estado como a sua missão e nós honremos suas famílias e quem nos protege e ampara. E expurguemos o joio. A Brigada Militar está na alma do gaúcho honesto, trabalhador e guerreiro!
FELIZ NATAL 🎄 e maravilhoso ANO NOVO
20 dez 2016 Deixe um comentário
Para nossos Amigos e Amigas, seus familiares. Abraço especial ao amigos que interagem e participam de Crônicas e Agudas.
Enviado do meu smartphone Sony Xperia™
E o Natal vem aí! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 06 Dezembro 2016.
18 dez 2016 Deixe um comentário
2016 – 12 – 06 Dezembro – E o Natal vem aí – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
http://www.edsonolimpio.com.br
E o Natal vem aí!
Pessimismo ou otimismo? Algo muda para mais ou para menos dependendo da nossa vontade e atitude? Ou esse companheiro, alheio às nossas necessidades, continua sua trilha com a vontade dos milênios na sua retaguarda? Quem? O tempo! O tempo. A nossa humanidade nos acode e nos sacode. Tempos difíceis no Rio Grande de São Pedro. Estado de calamidade? Ou que nome daremos para essa situação que além de constrangedora para os brios gaúchos é mais que assustadora para todos aqueles que dependem do salário que o Estado paga. E o Natal vem aí… galopeando com suas renas e embalado por algum vento Minuano meio extemporâneo. E os cidadãos olham para suas contas, de ‘revesgueio’ tangencia a geladeira e a mesa da cozinha. Mas nada é tão ruim que ainda não possa piorar – eis que os filhos chegam da escola onde tiveram ou não aulas. Qual a sua aposta?
Crônicas & Agudas
Os filhos, como qualquer criança que ainda teima em ser criança, trazem uma algazarra de alegria que somente os inocentes desfrutam. Ou mais alguém? E ele ou ela sentem que o Natal vem aí numa lágrima incontida e vertida pela impotência real do trabalhador que trabalha. Pensa – como chegamos a essa situação? Há culpados? O rádio anuncia que o Colorado planeja uma campanha reabilitadora na Segundona e escuta uma entrevista em que o cara fala de ‘sorte e azar, de juízes que erraram contra o Inter e outros senões do acaso da silva’. Como chegamos nessa situação? Tem vontade de mandar os filhos se calarem ou irem brincar na pracinha. Treme! Mataram três na pracinha a umas duas noites e… Eles, seus filhos, são os únicos inocentes que continuam inocentes.
Cr & Ag
Ele tem fé. Ela tem fé. Uma prece interrompida e pensa: – A lei é igual para todos. Isso tá escrito na constituição. E está na sua fé assim como o sol nasceu para todos. O sol e a lua são para todos. Um solavanco no peito. – Tá faltando gás! Acabou o resto do último tubo. E agora? Engasga-se com a própria saliva. Tosse convulsiva que se tivesse tomado o café da manhã e colocado algo para dentro no almoço, talvez regurgitasse. Mas o Natal vem aí! As coisas vão melhorar afinal é uma pessoa honesta, cumpre horários a mais, não coloca atestados frios nem se escamoteia no serviço e está ali por concurso público vencido por seu estudo e competência. Sempre se orgulhou pelo seu trabalho público e mostrava o raso contracheque nos crediários. Agora…
Cr & Ag
O vizinho, aposentado no INSS, sempre lhe dizia que tem alguns brasileiros mais brasileiros que os outros. Ria respeitosamente, vendo a vida daquele vizinho piorar ano a ano. Como se a previdência a qual contribuíra quarenta anos estivesse com uma guilhotina lhe amputando partes do corpo. Nunca entendeu bem a situação e trabalhava tanto que nunca teve muito tempo para pensar que… há vários tipos, modelos e anos de brasileiros. Assim como os veículos nas ruas. Desde o fusquinha 1963 tipo frankestein até o carro que nem sabe pronunciar o nome que ele pensava ser de jogador de futebol, talvez algum mafioso, quem sabe algum desses enredados na Lava-Jato e logo descobre que pode ser de algum ‘colega marajá’ do ‘emprego público’. E o Natal vem aí para eles também! – Seria o mesmo Noel e as mesmas renas? – engasga-se novamente.
O tempo jamais esconde a realidade. Isso é coisa de gente. É coisa nossa. Dolorido e brutal, mas nossa responsabilidade. – Algum dia a ficha cai! E caíu pra mim! – olhando para os filhos e sabendo que… o Natal vem aí.





