Ame-se! CUIDE-SE!

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100.000 Milhas de Moto. Sérgio Pitaki–Outubro 2016.

 

100.000 Milhas de Moto - Sergio Pitaki - 2016

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Coisas de Homem! Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião – 18 outubro 2016

 

2016 – 10 – 18 Outubro – Coisas de Homem – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Coisas de Homem!

Cada faixa etária e cada legião de homens tem características próprias e nem todas tangíveis aos neófitos ou distanciados da realidade masculina. O homem é uma criatura que não gosta de perder ou de sofrer qualquer dor – corporal ou no bolso. Deus Pai sabendo dessa bronca que ele moldou do barro primordial, anestesiou o cara e sacou a sua costela para dali aperfeiçoar a criação – deu essa criatura de andar envolvente, de vontade dominadora e com habilidades cativantes. “Pois então estoriemo as cosas”, como diz o gaúcho viamonense. E o homem precisa do seu tempo, coisa que a mulher custa e geralmente não aceita ou compreende. Precisa de um tempo com o pingo (cavalo). Outro tempo com o cusco (cão). Mais outro com a companheirada – de carpeta (carteado), de bocha, de cancha reta (corridas de cavalo), de cerveja, de futebol e uma trilha de outras necessidades fundamentais ao seu equilíbrio humano-mental-espiritual e sexual, principalmente. Há ainda para ‘uma minoria xucra’ a necessidade de campear na zona. Entenda zona como aqueles locais lúdicos onde sexo-mulher se confundem na penumbra. Dizem – não afirmo porque não conheço de fato consumado – ser local altamente educativo e “necessário”. “Nada contra quem prefira uma prancha de surf ou uma erva que não é de chimarrão”, diz o Arigó da Estalagem, um baita filósofo de final de churrasqueada.

Crônicas & Agudas

Como a última palavra é sempre do homem – exemplo – “Sim Senhora” – essa criatura impávida e máscula enquanto o pinto ainda canta, esforça-se. Um amigo disse-me que depois de longos e tortuosos cinquenta anos de casório, recebeu sua “carta de alforria”. Carta de alforria? Que estranho! Pensava que isso era coisa dos tempos da Izabel, aquela Princesa do Brasil. Mas não! Explicou-me que depois de dezenas de anos de penosas negociações que fariam inveja aos árabes e judeus, conseguiu alguns horários de liberdade condicional para “sair com os amigos, tomar cerveja no boteco, talvez um final de semana numa pescaria somente com homens machos atestados com firma reconhecida, ou jantar com os colegas depois do futebol do seu time”. Outro amigo suspirou – “sou feliz e não sabia! ”. Entreolhamo-nos e larguei a faca que palitava os dentes.

Cr & Ag

Estou em conflito com a minha barriga”, dizia-me outro companheiro de jornada tropeando corações nos mananciais da existência. Poético? Virtual como amizade do Facebook. “A balança está vencendo a batalha”, soluçou, quase em prantos. Eis que um sábio amigo lhe perguntou: – Enxerga o pinto quando urina? Mesmo espantado respondeu positivamente. Do alto da sua magnífica sabedoria, jogou o naco de picanha para algum lugar perdido dentro da tripa e: – Isso não é barriga! Barriga é quando o cara urina e não enxerga o amigo rebelde. Isso aí abaixo do coração e acima do playground é calo. Calo! A marca registrada de uma vida legal, de embates geralmente vitoriosos e estórias pra contar. Os colegas acudiram numa solidariedade machista na desgraça anunciada. “Isso é propaganda feminina para dizer que somente ela te aceita”, disse outro. “E barriga é pra macho, todo bagual tem barriga. Nunca viste um bagual de tanquinho? ”, saltou outro afiado e com a faca prateada esgaravatando as unhas. Até outro colega de apelido Fiapo disparou em sequência como metralhadora giratória: – Eu queria uma barriga como a de vocês – todo mundo se olha desconfiado. Eu como e bebo pra ter uma barriguinha ou um calo no abdômen. Faço de quase tudo, menos deitar de bruços, pra criar essa marca registrada da nossa turma. ” Foi emocionante. Quase de chorar, mas como “homem não chora, diz um verso e vai embora” ficamos mais ou menos assim – rindo enviezado.

Reconheço que a natureza masculina é mais simples e se contenta com coisas singelas. Daí que a sabedoria freudiana do Arigó alerta: – O cara se contenta com uma cerveja gelada, a mulher com um ritual e um anel de diamante. O homem depois de dez anos com um amigo próximo desconfia que ele tem um “começo de barriga”, já a mulher em menos de dez minutos tem toda a ficha clínica de outra mulher dos sapatos a textura e cor dos cabelos, nos mínimos e incompreensíveis detalhes para os homens, mas fundamentais para elas.

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FELIZ DIA DO CIRURGIÃO DENTISTA

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Itarema–Ceará. Biblioteca Comunitária João Rodrigues de Mattos. 12 Outubro 2016.

 

ITAREMA – CEARÁ. BIBLIOTECA COMUNITÁRIA JOÃO RODRIGUES DE MATTOS.

Edson Olimpio Silva de Oliveira

Crônicas & Agudas

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Há mais de 20 anos venho contribuindo, doando e presenteando com livros em coletâneas nas quais participo como autor e com obras adquiridas e tenho incitado que os amigos e leitores mantenham livros em sua jornada de Luz e Amor pelo maior número de mãos e olhos possíveis. Uso meus canais virtuais também como uma forma de assim disseminar o gosto e a continuidade da leitura, assim como outros escritores. É raro, muito raro mesmo, receber qualquer mensagem de pessoas ou entidades que demonstrem sua gratidão ou reconhecimento. Apesar de não buscarmos “gratidão” ou qualquer elogio, é uma magnífica característica do caráter, da personalidade e da alma da criatura ter gratidão. E demonstrar!

Assim se cria uma corrente de Luz. Pouco tempo recebi uma carta de uma senhora de Fortaleza, Ceará, solicitando doação de livros para essa biblioteca comunitária. Imediatamente reunimos uma série de livros e os despachamos pelo Correio. Eis que recebo do Diretor e Professor João Rodrigues Mattos a missiva anexa. Ilustrada com fotos e as fichas de leitores. Sensibilizamo-nos muito com seu gesto e vislumbramos parte de seu esforço e dedicação. Observe-se a carta escrita com uma singela “máquina de escrever”. Esse homem e essas pessoas formidáveis merecem a atenção e a ajuda que cada um de nós puder ofertar. Além do envio de livros, material de escritório, poderemos nos cotizar e com a ajuda de algum colega médico-escritor da Sobrames-CE ajudá-lo inclusive com um computador e impressora.

Abaixo o endereçamento.

A/C

DIRETOR PROFESSOR FRANCISCO ASSIS MATTOS

BIBLIOTECA COMUNITÁRIA JOÃO RODRIGUES DE MATTOS

AVENIDA JOÃO BATISTA RIOS, 2719

ITAREMA – CEARÁ

CEP 62590-000

FONE: 88  9652.9805

 

Lema da Biblioteca:

“Um livro aberto é um cérebro que fala, fechado é um amigo que espera, esquecido é uma alma que perdoa, mas destruído é um coração que chora.” (Pe. Antonio Vieira)

 

 

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Dia das Crianças. 12 Outubro 2016.

 

Crianças Dia - 2016

Sabores da Estrada. Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 11 Outubro 2016.

 

2016 – 10 – 11 Outubro – Sabores da Estrada – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Sabores da Estrada!

As estradas são como veias e artérias que oxigenam e fluem a vida de um imenso organismo chamado de humanidade, composta por “nós e por eles”, habitantes, povoadores e depredadores da nossa casa, o planeta Terra. Ali, como nos vasos sanguíneos, estão seres que trabalham e cumprem funções de manter o corpo nutrido e equilibrado, mas também seres agressivos, inimigos e maléficos para nossa integridade, como vírus e bactérias nocivas. Nas estradas estamos em carros, caminhões, motocicletas, coisas de tração animal e uma ‘fauna’ de veículos que nos encantam e assustam. Com eles disputamos espaços. Mas com eles convivemos e desfrutamos de bons e de maus momentos, com as regras das leis e com as normas da sobrevivência harmônica. Em Sabores da Estrada, pode expandir a imaginação e resgatar lembranças dos sabores de qualquer viagem, das mais singelas às mais sofisticadas.

Crônicas & Agudas

Lugar (restaurante) de muito caminhão parado, a comida é boa, farta e econômica! ”, diz a sabedoria do estradeiro. Geralmente é uma verdade saborosa. Nessa sofrida profissão de caminhoneiro, dinheiro curto, trabalho exigente, longe da família e outros entretantos a criatura busca um lugar tranquilo para ‘forrar o estômago’ de uma ‘comida que não faça mal’. ‘Óleo bom no bruto (caminhão) e boia boa no bucho’, diz a filosofia de para-choques. Encosto a Morgana e “aí companheiro, legal, beleza, como tá lá na frente”, “pega leve que os homi tão tirando um presunto da faixa preta daí uns 15 km”. “E que tal o rango? ” “A costelinha de porco tá especial e chama uma polentinha no cordão”, acrescenta. Sentamos e veio a costelinha de porco, carnuda e dourada. Perfumada. De comer de mão. E ajoelhado – agradecendo a São Cristóvão ou a algum mestre de Luz que nos protege. A vontade é de esquecer o mundo com aquele sabor da costelinha entre mordidas na polenta cortada com cordão. Suspira-se, pois conversar seria perder um tempo precioso que teria que recuperar na estrada.

Cr & Ag

Rodando na avenida beira mar de Rincão, uma pequena praia do belo litoral catarinense, enquanto uns “azoados fritavam pneus e dando zerinhos” observamos uma turma de carros e motos parados no meio do nada. Ali com um guarda-sol fechado pela inclemência do vento Nordeste estava um humilde carrinho com uma vendedora. Absolutamente nada mais a sua volta além daquelas pessoas e veículos, céu, vento, areia e mar. Uma senhora muito, mas muito idosa preparando e vendendo pamonhas. Pa-mo-nhas! Pamonhas doces e salgadas. Estacionei e observei seu ritual de preparo e venda. Do pano envolvendo os cabelos, do avental branquíssimo, alvo como as asas do Divino ao carrinho brilhando pelo Bombril. As pessoas desdobrando as folhas do próprio milho e comendo com imenso prazer. Alguns nos carros com as portas abertas. Outros caminhando como em círculos – de prazer. Três jovens sentados no meio fio e eis que um terminou e deixou-se cair de costas na areia. Partimos ao ataque, ou melhor, ao abençoamento. Aquele sorriso em sua face encantava as rugas do peso de muitos anos e do sol e do vento litorâneo como se Deus nos mostrasse, nos ensinasse, para que admirássemos e respeitássemos cada vez mais as pessoas e as coisas simples que a vida nos oferece e tantas vezes passamos ao largo. Lembramos sempre daquelas pamonhas e principalmente esse filme da senhora idosa em seu templo com tanta dignidade e prazer em seu ofício.

Relembre! Conte para seu filhos e netos suas magníficas experiências. Talvez amigos e amigas que queiram saber as alegrias da sua alma e que não fiquem pranteando somente as suas mágoas pessoais ou “arrotando” com nauseante soberba algo pessoalíssimo e distante dos mortais, como nós.

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Cinderela ou uma Super Mulher! Diagnóstico Precoce. Prevenir. Amar-se! Outubro Rosa. Incentivo Crônicas & Agudas. www.edsonolimpio.com.br

 

Cinderela - 2016-08

 

Outubro Rosa - Megan Fox - 2016

Amiga de Crônicas e Agudas – ELEONORA CHIDEN

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